Mulheres do Cinema Brasileiro - Ano 3
Um mapeamento das mulheres que fizeram
e fazem a história do Cinema Nacional

ATRIZES
Sala Isabel Ribeiro

DIRETORAS
Sala Ana Carolina

POR TRÁS DAS CÂMERAS
Sala Betty Faria
ENTREVISTAS
Sala Dina Sfat
ELAS POR ELES
Sala Lilian Lemmertz
CRÍTICAS
Sala Adriana Prieto

Sala Zezé Macedo
Datas

Arquivo Geral
Referências
O Site
Comentários
Contato

 



214 - ZEZÉ POLESSA
22 de setembro de 1953, *Rio de Janeiro, RJ


Foto: cena de "As Alegres Comadres" (2003),
de Leila Hipólito

 

O Brasil tem um time espetacular de atrizes que trafegam com o mesmo talento arrebatador seja no drama ou na comédia. E entre os grandes nomes revelados nas últimas décadas está a carioca Zezé Polessa. 

Nascida no Rio de Janeiro, Zezé Polessa trocou a medicina pela carreira de atriz. E é nos palcos que vai começar sua carreira artística e onde encontrará um de seus grandes parceiros, o ator, autor e diretor Miguel Falabella. A carreira da atriz no teatro é extensa e premiada – entre seus sucessos está “Monólogos da Vagina”, de Falabella. Zezé Polessa estreou na tvs em 1985, em “Tudo em Cima”, e, nos anos seguintes, brilha em personagens diversos como a terrível Firma na minissérie “Memorial de Maria Moura” (1994), a gostosona Marinelza de “Salsa e Merengue” (1996), ou a vilã Estér em “A Lua Me Disse” (2005). A atriz estréia no cinema em 1987, em “Romance da Empregada”, notável filme de Bruno Barreto. Nos anos 90, atua em “Doces Poderes”, de Lúcia Murat, e marca presença em três curtas: “O Coringa” (1993), de David França Mendes; ““Cheque Mate” (1996), de Ricardo Bravo – no qual contracena com o então marido, o ator e diretor Paulo José; e o belo e premiado “Dedicatórias”, de Eduardo Vaisman. 

Zezé Polessa entra os anos 2000 com uma das protagonistas em “As Alegres Comadres” (2003),  longa de ficção da cineasta Leila Hipólito – a outra comadre é Elisa Lucinda. Já em 2005 atua em “Gaijin 2 – Ama-me Como Sou”, a continuação da saga sobre os imigrantes orientais dirigida por Tizuka Yamasaki. 

- “Romance da Empregada” (1987), de Bruno Barreto;
- “Doces Poderes”(1997), de Lúcia Murat;

- “O Coringa” (1993), curta de David França Mendes;
- “Cheque Mate” (1996), curta de Ricardo Bravo;

- “Dedicatorias” (1997), de Eduardo Abisman,
- “Buffo & Spallanzani” (2001), de Flávio Tambellini;

- “As Alegres Comadres” (2003), de Leila Hipólito;
- “Gaijin2 – Ama-me Como Sou” (2005), de Tizuka Yamasaki.

sala   indice arquivo   Home