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Foto:
cena de "As Alegres Comadres" (2003),
O Brasil tem um time espetacular de
atrizes que trafegam com o mesmo talento arrebatador seja no drama ou na comédia.
E entre os grandes nomes revelados nas últimas décadas está a carioca Zezé
Polessa. Nascida no Rio de Janeiro, Zezé
Polessa trocou a medicina pela carreira de atriz. E é nos palcos que vai começar
sua carreira artística e onde encontrará um de seus grandes parceiros, o ator,
autor e diretor Miguel Falabella. A carreira da atriz no teatro é extensa e
premiada – entre seus sucessos está “Monólogos da Vagina”, de Falabella.
Zezé Polessa estreou na tvs em 1985, em “Tudo em Cima”, e, nos anos
seguintes, brilha em personagens diversos como a terrível Firma na minissérie
“Memorial de Maria Moura” (1994), a gostosona Marinelza de “Salsa e
Merengue” (1996), ou a vilã Estér em “A Lua Me Disse” (2005). A atriz
estréia no cinema em 1987, em “Romance da Empregada”, notável filme de
Bruno Barreto. Nos anos 90, atua em “Doces Poderes”, de Lúcia Murat, e
marca presença em três curtas: “O Coringa” (1993), de David França
Mendes; ““Cheque Mate” (1996), de Ricardo Bravo – no qual contracena com
o então marido, o ator e diretor Paulo José; e o belo e premiado “Dedicatórias”,
de Eduardo Vaisman. Zezé Polessa entra os anos 2000 com
uma das protagonistas em “As Alegres Comadres” (2003),
longa de ficção da cineasta Leila Hipólito – a outra comadre é
Elisa Lucinda. Já em 2005 atua em “Gaijin 2 – Ama-me Como Sou”, a
continuação da saga sobre os imigrantes orientais dirigida por Tizuka
Yamasaki. - “Romance da Empregada” (1987), de
Bruno Barreto; |
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