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Depois de ser aplaudida no teatro e conquistar o público na
tv, Zezeh Barbosa chegou ao cinema pelas mãos do saudoso Walter Hugo Khouri no
filme `Paixão Perdida’, em 1998. De lá para cá, sua carreira segue em ritmo
ascendente nos três veículos. Zezeh Barbosa começou sua carreira artística no teatro –
a atriz tem formação pela Escola de Arte Dramática da USP. Nos palcos, atua
sob a direção de nomes como Gabriel Villela e Miguel Falabella, esse último fã
confesso da atriz, e que a escala também para a sua primeira novela, `Salsa e
Merengue’, em 1996, em parceria com Maria Carmem Barbosa. Na telinha, Zezeh
Barbosa atua ainda na minissérie `Hilda Furação’, de Gloria Perez, em 1998,
e tem bons momentos como repórter do programa Vídeo Show. Com grande talento
para a comédia, Zezeh Barbosa se sai muito bem também em dramas. A atriz estréia
no cinema em `Paixão Perdida’ como a governanta Matilde, uma composição
contida e interessante em closes marcantes filmados por Khouri. Em 2000, atua em `Cronicamente Inviável’, o polêmico
filme do polêmico cineasta Sérgio Bianchi – a cena do assassinato da
personagem da atriz é acachapante. Em 2004, Zezeh Barbosa aparece nas telas do Cinema Nacional
em dois filmes: `Diabo a 4’, de Alice Andrade, e `Bendito Fruto’, de Sérgio
Goldenberg. No primeiro, faz a mãe de um jovem que tem um destino trágico. Já
em `Bendito Fruto’, protagoniza, ao lado do grande Otávio Augusto, um filme
que aborda, com bom humor, o preconceito racial através da relação amorosa
entre um homem branco e sua empregada negra. `Bendito Fruto’ deu a Zezeh
Barbosa o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Brasília 2004. - `Paixão Perdida’ (1998), de Walter Hugo Khouri; |
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