Mulheres do Cinema Brasileiro - Ano 3
Um mapeamento das mulheres que fizeram
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059 – YONÁ MAGALHÃES
7 de agosto de 1935 - *Rio de Janeiro, RJ


Foto: cena de "Deus e o Diabo na Terra do Sol" (1964), de Glauber Rocha

Yoná Magalhães foi a rainha da era Glória Magadan na Globo, - escritora cubana chegada a uma capa e espada - onde fazia par romântico com o ator Carlos Alberto, com quem viria a se casar . Mesmo depois com a modernização da teledramaturgia da emissora, ela deu prosseguimento à sua carreira e é sucesso até os dias de hoje – e sempre bela - sendo um dos mitos da história da televisão.

A atriz começou no rádio, faz teatro amador na época, e depois vira estrela na televisão. Antes de conquistar a TV, estréia no cinema em 1958, em chanchadas da Atlântida, no filme `Alegria de Viver`, dirigida pelo mestre Watson Macedo. E logo em seguida atuou também em `Um Desconhecido bate à porta´, de Haroldo Costa. Yoná Magalhães fez poucos filmes, mas entrou para a história do cinema nacional através de um dos maiores gênios do cinema, em sua suprema obra-prima: `Deus e o Diabo na Terra do Sol`, de Glauber Rocha – produzido por seu marido da época.

Yoná Magalhães é uma atriz de personalidade forte. Perfeita em papéis dramáticos, sua beleza em ´Deus e o Diabo no Sol´ foi ressaltada pela histórica fotografia de Luiz Carlos Barreto. Sua Rosa está na galeria das personagens femininas mais importantes do Cinema Novo. Desde o final da década de 60 que abandonou o cinema para se transformar em estrela do primeiro time da teledramaturgia.

 - ´Alegria de Viver´(1958), de Watson Macedo;
- ´Um Desonhecido bate à porta´ - Pista de Grama (1958), de Haroldo Costa;
- ´Deus e o Diabo na Terra do Sol´ (1964), de Glauber Rocha;
- ´Society em baby-doll´ (1965), de Luiz Carlos Maciel e Waldemar Lima;
- `Opinião Pública’ (1967), de Arnaldo Jabor
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