Mulheres do Cinema Brasileiro - Ano 3
Um mapeamento das mulheres que fizeram
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YOLANDA CARDOSO
18 de setembro de 1928 - 10 de julho de 2007, *Rio de Janeiro, RJ

 

Yolanda Cardoso fez muitos trabalhos na televisão, seja na Tupi, Record ou na Globo. Na primeira participou de teleteatros e de novelas de sucesso como “A Barba Azul” (1974), e “O Profeta” (1977), ambas de Ivani Ribeiro; na Record em “Algemas de Ouro” (1969), de Benedito Ruy Barbosa e Dulce Santucci; e na Globo em minisséries como “Bandidos da Falange” (1983), como dona Neném, e em novelas como “Louco Amor” (1983), de Gilberto Braga. A atriz construiu também carreira importante no teatro, atuando na companhia de Fernanda Montenegro e em peças como “O Cão Siamês”, em 1969. Yolanda Cardoso estréia no cinema em “Uma Certa Lucrecia”, de Fernando de Barros, em 1957.

Yolanda Cardoso atua em muitos filmes nas décadas de 1960, 70 e 80. Nos 60 em trabalhos como os de J.B Tanko – “Engraçadinha Depois dos Trinta” (1966) e “Adorável Trapalhão” (1967); nos 70 em filmes de Sílvio de Abreu – “A Árvore dos Sexos” (1977) e “Elas São do Baralho” (1977); e nos 80 com Lui Farias (“Com Licença eu vou à Luta” – 1986) e Carlos Diegues (“Um Trem para as Estrelas” – 1987). A atriz participou do documentário “Chão de Estrelas”, de Marcus Vinicius Faustini, em 2002.

- “Uma Certa Lucrecia” (1957), de Fernando de Barros;
- “Crime no Sacopã” (1963), de Roberto Pires;
- “Engraçadinha Depois dos Trinta” (1966), de J.B. Tanko;
- “Paraíba, Vida e Morte de Um Bandido” (1966), de Victor Lima;
- “Adorável Trapalhão” (1967), de J. B. Tanko;
- “Copacabana Me Engana” (1968), de Antônio Carlos da Fontoura;
- “Como Vai, Vai Bem?” (1969), de Carlos Alberto Abreu, Carlos Aberto Camuyrano, Daniel Chutolanscy, Alberto Salvá, Valquíria Salvá, Paulo Veríssimo;
- “A Árvore dos Sexos” (1977), de Sílvio de Abreu;
- “Elas São do Baralho” (1977), de Sílvio de Abreu;
- “A Noite dos Duros” (1978), de Adriano Stuart;
- “Mulheres do Cais” (1979), de José Miziara;
- “Os Rapazes da Difícil Vida Fácil” (1980), de José Miziara;
- “Pedro Mico” (1985), de Ipojuca Pontes;
- “Com Licença Eu Vou à Luta” (1986), de Lui Farias;
- “Um Trem Para as Estrelas” (1987), de Carlos Diegues;
- “Chão de Estrelas” (2002), de Marcus Vinicius Faustini

 

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