Uma das veteranas da televisão, Wanda Kosmo é uma atriz
extraordinária. No cinema, atuou em vários filmes, com
destaque para os filmes como José Mojica Marins.
Wanda
Kosmo é um dos grandes nomes das artes cênicas. A carreira
no teatro teve início na década de 1950, e passa por
grandes momentos dos palcos, como a Companhia Alda Garrido, O TBC
e a Companhia Maria Della Costa – recebe o prêmio Moliére
pela atuação na peça “A Assuntina do 21”. Na
mesma época, começa a carreira na televisão e
atua na TV Tupi, dirigindo o “TV de Vanguarda”, e também atuando,
escrevendo e dirigindo novelas. Depois passa por várias emissoras,
como Record, Bandeirantes e Globo – sua Elvira em “Amor com Amor se
Paga” (1984), de Ivani Ribeiro, é um de seus grandes momentos.
A estréia no cinema é em “Caraça, Porta do Céu”
(1950), de Theodor Luts, seguido da produção brasileira
da diretora argentina Maria Basaglia, “O Pão que o Diabo Amassou”
(1959).
Wanda
Kosmo intensifica sua atuação no cinema nos anos 1970
e 1980, e tem ótimas atuações em filmes de José
Mojica Marins, nos filmes “Exorcismo Negro” (174), e “A Praga” (1980)
e em algumas pornochanchadas. Outro grande momento é em “A
Noite das Taras II” (1982), de Ody Fraga e Cláudio Portioli,
em que interpreta a mãe possessiva do personagem do Ênio
Gonçalves.
-
“Caraça, Porta do Céu” (1950), de Theodor Luts;
- “O Pão que o Diabo Amassou” (1957), de Maria Basaglia;
- “As Mulheres Amam por Conveniência” (1972), de Roberto Mauro;
- “Sob o Domínio do Sexo” (1973), de Tony Vieira;
- “O Signo do Escorpião” (1974), de Carlos Coimbra;
- “Exorcismo Negro” (1974), de José Mojica Marins;
- “A Filha do Padre” (1975), de Tony Vieira;
- “O Sexualista” (1975), de Egídio Éccio;
- “O Predileto” (1975), de Roberto Palmari;
- “Cada Um Dá o que tem” (1975), episódio de Adriano
Stuart;
- “A Praga” (1980), de José Mojica Marins;
- “Motel, Refúgio do Amor” (1980), de Alexandre Sandrini;
- “A Noite das Taras II” (1982), de Ody Fraga, Cláudio Portioli;
- “Excitação Diabólica” (1982), de John Dôo;
- “Elas Só Transan no Disco” (1983), de Ary Fernandes;
- “A Doutora é Boa Paca” (1984), de Tony Rabatoni e Pio Zamuner.
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