Mulheres do Cinema Brasileiro - Ano 3
Um mapeamento das mulheres que fizeram
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WANDA KOSMO
5 de julho de 1930 - 27 de janeiro de 2007, *São Bento do Sapucaí - MG

Foto: com José Mojica Marins em cena de "Exorcismo Negro" (1974)
de José Mojica Marins

Uma das veteranas da televisão, Wanda Kosmo é uma atriz extraordinária. No cinema, atuou em vários filmes, com destaque para os filmes como José Mojica Marins.

Wanda Kosmo é um dos grandes nomes das artes cênicas. A carreira no teatro teve início na década de 1950, e passa por grandes momentos dos palcos, como a Companhia Alda Garrido, O TBC e a Companhia Maria Della Costa – recebe o prêmio Moliére pela atuação na peça “A Assuntina do 21”. Na mesma época, começa a carreira na televisão e atua na TV Tupi, dirigindo o “TV de Vanguarda”, e também atuando, escrevendo e dirigindo novelas. Depois passa por várias emissoras, como Record, Bandeirantes e Globo – sua Elvira em “Amor com Amor se Paga” (1984), de Ivani Ribeiro, é um de seus grandes momentos. A estréia no cinema é em “Caraça, Porta do Céu” (1950), de Theodor Luts, seguido da produção brasileira da diretora argentina Maria Basaglia, “O Pão que o Diabo Amassou” (1959).

Wanda Kosmo intensifica sua atuação no cinema nos anos 1970 e 1980, e tem ótimas atuações em filmes de José Mojica Marins, nos filmes “Exorcismo Negro” (174), e “A Praga” (1980) e em algumas pornochanchadas. Outro grande momento é em “A Noite das Taras II” (1982), de Ody Fraga e Cláudio Portioli, em que interpreta a mãe possessiva do personagem do Ênio Gonçalves.

- “Caraça, Porta do Céu” (1950), de Theodor Luts;
- “O Pão que o Diabo Amassou” (1957), de Maria Basaglia;
- “As Mulheres Amam por Conveniência” (1972), de Roberto Mauro;
- “Sob o Domínio do Sexo” (1973), de Tony Vieira;
- “O Signo do Escorpião” (1974), de Carlos Coimbra;
- “Exorcismo Negro” (1974), de José Mojica Marins;
- “A Filha do Padre” (1975), de Tony Vieira;
- “O Sexualista” (1975), de Egídio Éccio;
- “O Predileto” (1975), de Roberto Palmari;
- “Cada Um Dá o que tem” (1975), episódio de Adriano Stuart;
- “A Praga” (1980), de José Mojica Marins;
- “Motel, Refúgio do Amor” (1980), de Alexandre Sandrini;
- “A Noite das Taras II” (1982), de Ody Fraga, Cláudio Portioli;
- “Excitação Diabólica” (1982), de John Dôo;
- “Elas Só Transan no Disco” (1983), de Ary Fernandes;
- “A Doutora é Boa Paca” (1984), de Tony Rabatoni e Pio Zamuner.



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