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VERA HOLTZ
7 de agosto de 1953, *Tatuí, SP
Foto:
com Otávio Augusto em cena de "Bendito Fruto" (2003),
de Sérgio Goldenberg
Sucesso no teatro e na televisão, Vera Holtz marca presença
também no cinema, com atuações em ótimos
filmes, como “Bendito Fruto”
Vera
Holtz nasceu em Tatuí, no interior paulista, e o sotaque carregado
é uma de suas marcas. Antes de se tornar atriz de sucesso,
trabalha no Instituto de Pesquisas Tecnológicas, desenhando
mapas. A carreira artística começa no teatro, com a
estréia, em 1977, na peça “Rasga Coração”.
O palco é espaço de destaque em sua carreira – “Pérola”,
de Mauro Rasi foi um dos maiores sucessos da atriz e também
do teatro brasileiro na década de 1990. Vera Holtz estréia
em novelas também em importante produção: “Que
Rei Sou Eu?”, de Cassiano Gabus Mendes, em 1989. Depois disso, participa,
com destaque, de outras como “Vamp” (1991) – inesquecível como
Ms Alice Penn Taylor; “Mulheres Apaixonadas” (2003) e “Paraíso
Tropical” (2007). O cinema acontece nos anos 1990, período
em que atua no marco do Cinema da Retomada, “Carlota Joaquina – Princesa
do Brazil”, de Carla Camurati. Ricardo Miranda, André Klotzel,
Helvécio Ratton e Susana de Moraes são os cineastas
que a dirigem na década ,em filmes de longa-metragem. A atriz
atua também em curtas, como no belo “Diário Noturno”,
de Monique Gardenberg, em 1993.
No
anos 2000, Vera Holtz dá prosseguimento à carreira cinematográfica.
Depois de atuar no belo “Tônica Dominante”, de Lina Chamie,
e em “Apolônio Brasil – Campeão da Alegria”, de Hugo
Carvana, é uma das protagonistas de um grande filme: “Bendito
Fruto”, estréia em longas do diretor Sérgio Goldenberg,
em 2004. Em “Anjos do Sol”, comovente filme de Rudi Lagemann, Vera
Holtz tem uma interpretação contida e rascante, como
uma pérfida cafetina às voltas com a exploração
sexual infantil.
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“Assim na Tela como no Céu” (1991), de Ricardo Miranda;
- “Capitalismo Selvagem” (1993), de André Klotzel;
- “Diário Noturno” (1993), curta de Monique Gardenberg;
- “Menino Maluquinho – O Filme” (1994), de Helvécio Ratton;
- “Mil e Uma” (1994), de Susana de Moraes;
- “Vicente” (1995), curta de Marcos Guttmann;
- “Carlota Joaquina – Princesa do Brazil” (1995), de Carla Camurati;
- “Nos Tempos do Cinematógrafo” (1996), curta de Kika Lopes;
- “Tônica Dominante” (2000), de Lina Chamie;
- “Apolônio Brasil, Campeão da Alegria” (2003), de Hugo
Carvana;
- “Bendito Fruto” (2004), de Sérgio Goldenberg;
- “Anjos do Sol” (2006), de Rudi Lagemann.
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