Mulheres do Cinema Brasileiro - Ano 3
Um mapeamento das mulheres que fizeram
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Valéria Ferro

 

Desde a década de 90 que Valéria Ferro é um nome presente na ficha técnica de filmes de curta e longa-metragem. Sua função: técnica de som, com especialização em captação de som direto. 

Nascida em São Carlos, São Paulo, em 1964, Valéria Ferro iniciou sua carreira como assistente de Romeu Quinto no longa juvenil “Uma Escola Atrapalhada”, protagonizado por Renato Aragão e dirigido por Del Rangel em 1990. 

Ainda na década de 90, ao lado de Renato Calaça, faz o som de vários filmes, entre eles: “Baile Perfumado”, de Paulo Caldas e Lírio Ferreira, e “Os Três Zuretas”, de A.S. Cecílio neto, ambos de 1995; “Paralamas em Close-UP” (1998), de Andrucha Waddington; e “Pierre Verger – Mensageiro Entre Dois Mundos” (1998), de Lula Buarque de Hollanda. 

Valério Ferro assinou o som de dezenas de curtas-metragens, dentre eles alguns marcos do formato, como “Amor”, de José Roberto Torero, em 1993; “Uma História de Futebol”, de Paulo Machline, em 1998; e “Texas Hotel”, de Cláudio Assis, em 1999 – filme que originou o premiado longa “Amarelo Manga”. 

Um grande encontro de Valéria Ferro é com Eduardo Coutinho, o maior diretor de documentários do cinema brasileiro atual. Com o cineasta, trabalhou em “Santo Forte”, em 1997, em “Edifício Máster”, em 2002. 

Outro documentário importante em que Valéria Ferro participou foi “Justiça”, de Maria Ramos. 

Ao lado de Renato Calaça, Valéria Ferro assinou o som direto do mega-sucesso “2 Filhos de Francisco”, de Breno Silveira.

 

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