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Tereza Trautman
Estréia no cinema como atriz em 1971
no filme “Fantasticon, os Deuses do Sexo”, roteirizando, dirigindo e atuando
no episódio “Curtição”, sobre pessoas às voltas com as drogas para refugiarem
da época da repressão. Radicada no Rio de Janeiro a partir dos
anos 70, intensifica sua carreira cinematográfica, atuando em várias frentes;
atriz, roteirista, diretora, montadora e produtora. Em 1973 realiza seu primeiro longa-metragem,
o bem-sucedido “Os Homens Que eu Tive”, para o qual também assina o roteiro
e a montagem. O filme foi idealizado para Leila Diniz, mas com a tragédia
de sua morte no avião que explodiu vindo da Índia, a protagonista Pity
acabou nas mãos de outra musa do cinema brasileiro: a exuberante Darlene
Glória. Em 1875, Teresa Trautman participa do
longa em episódios “Deliciosas Traições de Amor”, atuando no episódio
de Domingos de Oliveira, “Mais de Cem”, e dirigindo e roteirizando o episódio
“Dois é Bom... Quatro é Melhor”. Teresa Trautman faz prolífera parceria
com o cineasta Alberto Salva, atuando como produtora em “Revólveres Não
Cospem Flores”, em 1972; atriz e roteirista em “Os Maníacos Eróticos”,
em 1975; e assistente de direção em “Ana, a Libertina”, em 1975. Ainda como atriz, atua também em “Essa
Gostosa Brincadeira a Dois”, de Victor di Mello, em 1974. Em 1977 dirige o curta-metragem “O Caso
Ruschi”, documentário que valhe o Prêmio Especial do Júri no XI Festival
de Brasília, em 1978. Em 1981, Teresa Trautman adapta e assina
o roteiro de um dos melhores filmes dos Trapalhões, “Os Saltimbancos Trapalhões”,
dirigido por J.B. Tanko. Depois de 15 anos, volta a dirigir um
longa-metragem, o delicado “Sonhos de Menina Moça”, para o qual escala
um elenco feminino inesquecível: Tônia Carrero, Marieta Severo,
Louise Cardoso, Xuxa Lopes, Monique Lafond, Zezé Motta, Norma Blum,
Íriz Bruzzi, Dóris Giesse, Ângela Figueiredo, Flávia Monteiro e Gabriela
Alves. Além da direção de “Sonhos de Menina Moça”, Teresa Trautman assina também a produção e o roteiro.
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