Muito
popular em novelas nos anos 1970 e 1980, Teresinha Sodré atuou
também em vários filmes de diretores marcantes como
Carlos Reichenbach, J. B. Tanko, José Mojica Marins e Tony
Vieira.
Teresinha
Sodré estreou no cinema nacional no final dos anos 1960. A
atriz atua no episódio “Alice”, do mestre Carlos Reichenbach,
do filme “As Libertinas” (1968), que reúne segmentos de Antônio
Lima e João Callegaro. E é na década de 70, que
Teresinha Sodré vai intensificar sua carreira cinematográfica
e também os trabalhos na televisão. Estrela na TV Tupi,
a atriz atua na moderna “Dom Camilo e os Cabeludos” (1972), de Benjamim
Cattan, como a rebelde katy Pé-de-Bode, e tem papel de destaque
como Nenê na clássica “A Viagem” (1975 – 1ª versão),
de Ivani Ribeiro. Tem também papéis importantes em novelas
na Globo, como a dissimulada Lurdinha em “Locomotivas” (1977), de
Cassiano Gabus Mendes, e a manicure fofoqueira Marinete em “Água
Viva” (1980), de Gilberto Braga. Já no cinema, é presença
constante em filmes de temáticas diversas, como a aventura
em “A Filha do Padre”, de Tony Vieira, a comédia em “Como Ganhar
na Loteria sem perder a Esportiva”, de J.B. Tanko, e o horror em “Finis
Hominis”, de José Mojica Marins.
Teresinha
Sodré fez também muitos programas de televisão,
mas anda afastada das novelas e do cinema. Seus últimos filmes
na década de 70 foram dirigidos por George Serkeis e Carlos
Coimbra.
-
“As Libertinas” (1968), episódio “Alice”, de Carlos Reichenbach;
- “Mulher Pecado” (1970), de Egidio Eccio e Armando Bó;
- “2000 Anos de Confusão” (1969), de Fauzi Mansur;
- “Audácia, a Fúria dos Desejos” (1970), filme em episódios
de Antonio Lima e Carlos Reichenbach;
- “Como Ganhar na Loteria sem Perder a Esportiva” (1971), de J. B.
Tanko;
- “Finis Hominis – O Fim do Homem” (1971), de José Mojica Marins;
- “Maridos em Férias” (1972), de Konstantin Tkaczenko;
- “O Supermanso” (1974), de Ary Fernandes;
- “A Filha do Padre” (1975), de Tony Vieira;
- “Fracasso de um Homem nas duas Noites de Núpcias” (1975),
de George Michel Serkeis;
- O Homem de Papel” (1976), de Carlos Coimbra.
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