Mulheres do Cinema Brasileiro - Ano 3
Um mapeamento das mulheres que fizeram
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TERESINHA SODRÉ
8 de desembro de 1947, *São Paulo - SP

Foto: com Milton Moraes em cena de "O Homem de Papel" (1976),
de Carlos Coimbra

 

Muito popular em novelas nos anos 1970 e 1980, Teresinha Sodré atuou também em vários filmes de diretores marcantes como Carlos Reichenbach, J. B. Tanko, José Mojica Marins e Tony Vieira.

Teresinha Sodré estreou no cinema nacional no final dos anos 1960. A atriz atua no episódio “Alice”, do mestre Carlos Reichenbach, do filme “As Libertinas” (1968), que reúne segmentos de Antônio Lima e João Callegaro. E é na década de 70, que Teresinha Sodré vai intensificar sua carreira cinematográfica e também os trabalhos na televisão. Estrela na TV Tupi, a atriz atua na moderna “Dom Camilo e os Cabeludos” (1972), de Benjamim Cattan, como a rebelde katy Pé-de-Bode, e tem papel de destaque como Nenê na clássica “A Viagem” (1975 – 1ª versão), de Ivani Ribeiro. Tem também papéis importantes em novelas na Globo, como a dissimulada Lurdinha em “Locomotivas” (1977), de Cassiano Gabus Mendes, e a manicure fofoqueira Marinete em “Água Viva” (1980), de Gilberto Braga. Já no cinema, é presença constante em filmes de temáticas diversas, como a aventura em “A Filha do Padre”, de Tony Vieira, a comédia em “Como Ganhar na Loteria sem perder a Esportiva”, de J.B. Tanko, e o horror em “Finis Hominis”, de José Mojica Marins.

Teresinha Sodré fez também muitos programas de televisão, mas anda afastada das novelas e do cinema. Seus últimos filmes na década de 70 foram dirigidos por George Serkeis e Carlos Coimbra.

- “As Libertinas” (1968), episódio “Alice”, de Carlos Reichenbach;
- “Mulher Pecado” (1970), de Egidio Eccio e Armando Bó;
- “2000 Anos de Confusão” (1969), de Fauzi Mansur;
- “Audácia, a Fúria dos Desejos” (1970), filme em episódios de Antonio Lima e Carlos Reichenbach;
- “Como Ganhar na Loteria sem Perder a Esportiva” (1971), de J. B. Tanko;
- “Finis Hominis – O Fim do Homem” (1971), de José Mojica Marins;
- “Maridos em Férias” (1972), de Konstantin Tkaczenko;
- “O Supermanso” (1974), de Ary Fernandes;
- “A Filha do Padre” (1975), de Tony Vieira;
- “Fracasso de um Homem nas duas Noites de Núpcias” (1975), de George Michel Serkeis;
- O Homem de Papel” (1976), de Carlos Coimbra.

 

 

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