Mulheres do Cinema Brasileiro - Ano 3
Um mapeamento das mulheres que fizeram
e fazem a história do Cinema Nacional

ATRIZES
Sala Isabel Ribeiro

DIRETORAS
Sala Ana Carolina

POR TRÁS DAS CÂMERAS
Sala Betty Faria
ENTREVISTAS
Sala Dina Sfat
ELAS POR ELES
Sala Lilian Lemmertz
CRÍTICAS
Sala Adriana Prieto

Sala Zezé Macedo
Datas

Arquivo Geral
Referências
O Site
Comentários
Contato

 



047 – TEREZA RAQUEL
10 de março, *Nilópolis, Rio de Janeiro

Foto: cena de "Amante Muito Louca" (1973), de Denoy de Oliveira


Outra grande Dama do Teatro a levar seu imenso talento para a televisão e para o cinema é Tereza Raquel, essa explosiva atriz que já foi premiada com prêmios como o Saci e o Moliére, e encanta o público nas telas do Cinema Nacional durante as décadas de 50, 60, 70 e 80.

Tereza Raquel ingressa nas artes cênicas na década de 50, com trabalhos na tv, no cinema e no teatro. Desse último faz seu veículo predileto desde o início, quando passa pelas mãos de Carlos Magno e, anos depois, funda o teatro que leva seu nome - onde encena importantes montagens. Estréia no cinema em 1956 em `Genival é de Morte´, de Aloísio T. de Carvalho. Nessa mesma década começa a atuar em novelas, tendo como ponto alto os marcos ´O Astro´,`Que Rei Sou Eu´ e `A Próxima Vítima’. Em seu segundo filme é dirigida pelo grande Alex Viany em ´Sol Sobre a Lama´, em 1963, e no ano seguinte atua em ´Ganga Zumba´, o primeiro longa de Carlos Diegues.

Tereza Raquel participa de filmes de Jece Valadão, Miguel Borges, Antonio Calmon e Paulo Thiago, e tem bom momento em `Amante Muito Louca´, de Denoy de Oliveira. A atriz foi (ou ainda é, não tenho certeza) casada com o cineasta Ipojuca Pontes, que a dirigiu em `A Volta do Filho Pródigo´ e ´Pedro Mico´, onde ela contracena com Pelé. A atriz assina também a produção desse último filme, além do documentário `Canudos’, dirigido por Ipojuca em 1978.

 - `Genival é de Morte` (1956), de Aloísio T. de Carvalho;
- `Sol Sobre a Lama` (1963), de Alex Viany;
- `Ganga Zumba` (1963), de Carlos Diegues;
- `Procura-se uma Rosa` (1964), de Jece Valadão;
- `Canalha em Crise` (1965), de Miguel Borges;
- `Amante Muito Louca` (1973), de Denoy de Oliveira;
- `Revólver de Brinquedo` (1977), de Antonio Calmon;
- `A Volta do Filho Pródigo` (1978), de Ipojuca Pontes;
- `Águia na Cabeça` (1984), de Paulo Thiago;
- `Pedro Mico` (1985), de Ipojuca Pontes.

sala   indice arquivo   Home