|
105
– SYLVIA BANDEIRA
15 de fevereiro de 1950, *Genebra, Suíça

Foto: com
Paulo Cesar Pereio e Antonio Pedro em cena de
"Bar Esperação, O Último Que Fecha" (1983), de Hugo Carvana
´Bar Esperança – O Último que Fecha´ é um ótimo momento do Cinema
Nacional e o melhor momento do cinema carioca de Hugo Carvana. E a bela Sylvia
Bandeira dançando, e se libertando, em cima de uma mesa do efervescente bar em
Ipanema, é uma das cenas inesquecíveis do filme. Pela interpretação da
personagem Cotinha ela recebeu o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante no Festival
de Gramado de 1983.
Filha de diplomata, Sylvia bandeira nasceu na Suíça e perambulou por vários
países antes de se enveredar pela carreira artística. Depois de ser modelo,
jurada e apresentadora de programa, ela tem seu ponto de partida como atriz no
Tablado de Maria Clara Machado no final dos anos 70. Daí para a frente
desenvolve carreira contínua no teatro e atua em várias peças. Em 1979 estréia
no cinema em ´República dos Assassinos´, importante filme de Miguel Faria Jr.
Na TV, destaca-se em programas humorísticos de Jô Soares e Chico Anysio e atua
em ótimas minisséries produzidas pela Globo como ´Quem Ama Não Mata´ (1982)
e `Agosto’ (1994). Estréia em
novelas como protagonista em ´Um Sonho a Mais´, em 1985. Mas é dois anos
antes, em 1983, que a atriz ilumina as telas do Cinema nacional ao ser escalada
por Hugo Carvana para ´Bar Esperança – O Último que Fecha´, que tem como
protagonistas Marília Pêra e o próprio Carvana.
Nos anos 80 e 90, Sylvia Bandeira privilegia sua carreira no teatro e na tv –
onde participa de cerca de uma dúzia de produções, entre minisséries e
novelas. Depois de vinte anos afastada das telas, a atriz está de volta ao
cinema brasileiro no último filme de Hugo Carvana, ´Apolônio Brasil, Campeão
da Alegria´.
- ´República dos Assassinos´
(1979), de Miguel Faria Jr;
- ´Bar Espera, O Último Que Fecha´ (1983), de Hugo Carvana;
- ´Apolônio Brasil, Campeão da Alegria´ (2003), de Hugo Carvana
sala
indice arquivo Home
|