Mulheres do Cinema Brasileiro - Ano 4
Um mapeamento das mulheres que fizeram
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SUZANA FAINI
9 de março de 1933, *São Paulo, SP

Foto: cena de "Um Brasileiro Chamado Rosaflor" (1976), de Geraldo Miranda

Grande atriz do teatro, a paulista Suzana Faini tem também papéis marcantes na televisão e carreira de mais de dez filmes no cinema.

Suzana Faini começou a carreira no teatro, onde constrói trajetória fascinante atuando em espetáculos memoráveis como “Hoje é Dia de Rock”, de José Vicente, em 1971(atua também na remontagem nos anos 2000), “As Lágrimas Amargas de Petra Von Kant”, de Rainer Fassbinder, “Calúnia”, de Lílian Hellman, e em dois clássicos ao lado de Diogo Vilella – “Tio Vânia”, de Tchekhov, e “Hamlet”, de Willian Shakespeare. Suzana Faini estreou em novelas em “Rosa Rebelde”, de Janete Clair, em 1969, autora com quem teria um de seus mais impactantes personagens, a Cema da primeira versão de “Irmãos Coragem”, em 1970. Nessa trama, ela protagonizou, com grande sucesso, um polêmico caso amoroso inter-racial com o ator Milton Gonçalves – depois, atuou em inúmeras novelas e minisséries. . No cinema, a atriz estréia também na década de 1960 em “Os Paqueras” (1969), grande sucesso de público dirigido pelo ator e cineasta Reginaldo Faria.

Suzana Faini tem uma carreira cinematográfica importante, com muitos filmes realizados, sobretudo, na década de 1970. A atriz foi dirigida por grandes nomes do cinema brasileiro: Miguel Borges, Alberto Salvá, Flávio Tambellini, Jece Valadão, Anselmo Duarte, Alex Vianny, Norma Bengell. A atriz atuou também em dois curtas, “Adultério” (1988), de Ricardo Pinto e Silva, e “Chuvas e Trovoadas” (1994), de Flávia Alfinito.

- “Os Paqueras” (1969), de Reginaldo Farias;
- “O Último Malandro” (1974), de Miguel Borges;
- “Ana, a Libertina” (1975), de Alberto Salvá;
- “A Extorsão” (1975), de Flávio Tambellini;
- “Um Brasileiro Chamado Rosaflor” (1976), de Geraldo Miranda;
- “Ibraim do Subúrbio” – episódio “Roy, o Gargalhador”, de Astolfo Araújo e Cecil Thiré;
- “Os Amores da Pantera” (1977), de Jece Valadão;
- “O Crime do Zé Bigorna” (1977), de Anselmo Duarte;
- “A Noiva da Cidade” (1978), de Alex Viany;
- “Eternamente Pagu” (1987), de Norma Bengell;
- “Adultério” (1988), curta de Ricardo Pinto e Silva;
- “Chuvas e Trovoadas” (1994), curta de Flávia Alfinito.
- “O Amor Está no Ar” (1997), de Amylton de Almeida.



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