Mulheres do Cinema Brasileiro - Ano 3
Um mapeamento das mulheres que fizeram
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194 - SÍLVIA BUARQUE
28 de março de 1969, *Roma, Itália

Foto: cena de "O Casamento de Louise" (2001),
de Betse de Paula

Com prestigiosa carreira no teatro, Sílvia Buarque marca presença na televisão e também no cinema, veículo onde vem construindo uma carreira com cerca de uma dúzia de filmes no currículo, dirigidos por nomes como Carlos Diegues, Pedro Bial e Júlio Bressane.

Filha do cantor e compositor Chico Buarque e da atriz Marieta Severo, Silvia Buarque nasceu em Roma, Itália, quando seus pais saíram do Brasil durante a ditadura militar e moraram em solo italiano. Silvia Buarque iniciou sua carreira de atriz aos 16 anos e, a partir daí, inicia uma importante carreira no teatro, atuando em peças de Naum Alves de Souza, Moacyr Góes, Bia Lessa, Gabriel Vilella, Marco Ricca e Aderbal Freire Filho. Estréia em novelas no marco “Dona Beija”, na extinta Rede Manchete – um dos seus sucessos na telinha foi em “Bebê a Bordo”, em 1988, e, atualmente, está na global “América”, de Glória Perez.  Sílvia Buarque estreou nos cinemas na década de 80 atuando em dois curtas: “Alice na Cidade Maravilhosa”, de Alvarina Souza Silva, em 1987; e “Por Dúvida das Vias”, de Betse de Paula, em 1988.

Sílvia Buarque intensifica sua presença nas telas do cinema na década de 90, estreando em longa-metragem em “Veja em Canção”, de Carlos Diegues, em 1994. Entre outros filmes, atua na bela estréia em longas de Pedro Bial, “Outras Estórias”, uma adaptação da obra de Guimarães Rosa, e no cinema autoral de Júlio Bressane, em “São Jerônimo”.  Sílvia Buarque entra os anos 200 protagonizando, ao lado de Dira Paes, a comédia “O Casamento de Louise”, de Betse de Paula. 

- “Alice na Cidade Maravilhosa” (1987), curta de Alvarina Souza Silva;
- “Por Dúvidas das Vias” (1988), de Betse de Paula;
- “Veja Esta Canção” (1994), de Carlos Diegues;
- “Buena Sorte” (1996), de Tânia Lamarca;
- “Anjos Urbanos” (1996), curta de Rosane Svartman;
- “Como Ser Solteiro” (1998), de Rosane Svartman;
- “Outras Estórias” (1999), de Pedro Bial;
- “Bem-vindos ao Paraíso” (1999), curta de Marcos Figueiredo;
- “São Jerônimo” (1999), de Júlio Bressane;
- “O Casamento de Louise” (2001), de Betse de Paula;
- "Raízes do Brasil" (2005), de Nelson Pereira dos Santos.

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