No
Brasil, muitas atrizes passaram por diferentes veículos durante
a carreira. Como a carioca Silvana Lopes, que atuou no rádio,
no teatro, na televisão, e, claro, no cinema.
Silvana
Lopes começou a carreira artística como radio-atriz
– atua, inclusive, na famosa Rádio Tupi. Versátil e
de grande talento, marca presença também nos palcos
em teatro de revista e em peças famosas, como “Navalha na Carne”,
de Plínio Marcos. A estréia na televisão é
em teleteatros na Tupi e depois atua em novelas de sucesso como “Almas
de Pedra” (1966), da mestre Ivani Ribeiro, na TV Excelsior, e na anárquica
“Cinderela 77” (1977), de Walter Negrão e Chico de Assis, na
TV Tupi. Nos anos 1970, Silvana Lopes chega ao cinema e desenvolve
intensa carreira nesta década.
Silvana
Lopes atua em filmes de alguns dos diretores mais importantes do período
das pornochanchadas e do cinema popular, como Ody Fraga, Alfredo Sternheim,
Tony Vieira e Jean Garret. Tem bons momentos em filme de Raffaele
Rossi, “A Gata Devassa” (1974), e de Clery Cunha, “Pensionato de Mulheres”
(1974).
-
“Trote de Sádicos” (1974), de Aldir Mendes;
- “Macho e Fêmea” (1974), de Ody Fraga;
- “A Gata Devassa” (1974), de Raffaele Rossi;
- “Pensionato de Mulheres” (1974), de Clery Cunha;
- “Eu Faço... Elas Sentem” (1975), de Clery Cunha;
- “Amadas e Violentadas” (1975), de Jean Garret;
- “Quando Elas Querem... E Eles Não” (1975), de Ary Fernandes;
- “O Dia das Profissionais” (1976), de Rajá de Aragão;
- “Traídos Pelo Desejo” (1976), de Tony Vieira;
- “Pura Como Anjo, Será... Virgem” (1976), de Raffaele Rossi;
- “As Borboletas Também Amam” (1979), de J.B. Tanko;
- “Os Noivos” (1979), de Afrânio Vital;
- “Eva, O Princípio do Sexo” (1981), de José Carlos
Barbosa;
- “Amor de Perversão” (1982), de Alfredo Sternheim.
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