Mulheres do Cinema Brasileiro - Ano 3
Um mapeamento das mulheres que fizeram
e fazem a história do Cinema Nacional

ATRIZES
Sala Isabel Ribeiro

DIRETORAS
Sala Ana Carolina

POR TRÁS DAS CÂMERAS
Sala Betty Faria
ENTREVISTAS
Sala Dina Sfat
ELAS POR ELES
Sala Lilian Lemmertz

CRÍTICAS
Sala Adriana Prieto

Sala Zezé Macedo
Datas

Arquivo Geral
Referências
O Site
Comentários
Contato


 

Sandra Werneck

 

Nascida no Rio de Janeiro em 5 de maio de 1951, Sandra Werneck vem construindo importante carreira cinematográfica desde os anos 70. 

Em sua primeira fase de cineasta, Sandra Werneck dirigiu documentários de curta e média-metragem, muito deles premiados em festivais. 

O primeiro curta, “Bom Dia Brasil”, realizado em 1976, tem também roteiro de sua autoria, e conta a história de um nordestino que chega ao Rio de Janeiro.  

Três anos depois, em 1979, realiza “Ritos de Passagem”, curta sobre travestis cariocas, mesmo ano em que dirige outro curta importante, “Damas da Noite”, sobre a prostituição infantil, premiado pelo público no Rio Cine Festival. 

Em 1983, Sandra Werneck dirige “Pena Prisão”, média-metragem sobre uma prisão feminina no Rio de Janeiro, premiado pelo público no Festival de Brasília. 

Em 1986 dirige um curta que mescla ficção com documentário, “Geléia Geral”, protagonizado por Pedro Cardoso e com depoimentos de personalidades como Glauber Rocha, Fernanda Montenegro e Gilberto Gil. 

Na década de 90, dirige dois filmes notáveis: o premiado “A Guerra dos Meninos”, em 1991, documentário premiado em Gramado, e em festivais de Amsterdã e Havana; e “Pornografia”, em 1992, curta polêmico em co-direção com Murilo Salles. 

Além da carreira de cineasta e roteirista, Sandra Werneck atua também por trás das câmeras como assistente de direção de Oswaldo Caldeira em “O Bom Burguês”, em 1979, e em “Luz Del Fuego”, de David Neves em 1982. 

Em 1996, Sandra Werneck envereda pelos longas de ficção e realiza uma comédia romântica de grande aceitação pelo público, “Pequeno Dicionário Amoroso”, protagonizado por André Beltrão e Daniel Dantas. 

Quatro anos depois, em 2000, volta a dirigir mais uma comédia romântica, dessa vez protagonizada por Murilo Benício e Carolina Ferraz, “Amores Possíveis”, outro grande sucesso de público. 

Em 2004, Sandra Werneck associa-se ao diretor e também fotógrafo Walter Carvalho – fotógrafo de alguns de seus filmes, para levar para as telas a vida do cantor e compositor Cazuza. O filme, “Cazuza, O Tempo Não Pára”, em interpretação estupenda de Daniel de Oliveira no papel título, foi um dos grandes sucessos desses anos 2000.

Agora, Sandra Werneck volta ao documentário em "As Meninas", a ser lançado em 2006, sobre 
adolescentes grávidas.

sala indice arquivo home