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Sala Isabel Ribeiro
A
Sala Isabel Ribeiro é dedicada às atrizes. Uma das grandes
marcas do cinema brasileiro é a variedade de gêneros e estilos
de interpretação. O cinema nacional tanto revelou nomes
como se tornou abrigo para outros tantos que vieram do teatro, do circo
e da televisão. A
cada atualização, a homenagem anterior vai para o arquivo
e pode ser acessada tanto pelo índice como pelo arquivo geral -
os links estão ao pé desta página.
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LUCIENE ADAMI
24
de agosto de 1964 *Porto Alegre, RS
Foto:
Luciene Adami (de preto) ao lado de Laverdógil de Freitas,
Daniela Schmitz e
Werner Schunemann em cena de "Deus Ex-machina" (1995), de
Carlos Gerbase
Sucesso
na reprise da novela “Pantanal”, Luciene Adami já atuou em
vários e premiados curtas e longas do cinema gaúcho.
Luciene
Adami tem formação em artes cênicas e começou
a carreira artística no teatro – em Porto Alegre, atuou nos
grupos “Faltou o João” e “Balaio de Gatos”. A atriz estreou
no cinema em 1983 como a protagonista Mariana em “Inverno”, do cineasta
Carlos Gerbase. A partir daí vai atuar em vários filmes
dos mais destacados nomes do cinema gaúcho: Giba Assis Brasil,
Werner Schunemann, Nelson Nadotti – além do citado Gerbase.
Outros filmes de destaque no sul na década de 1980 são
o cult “Verdes Anos” (1984), de Giba Assis Brasil e Carlos Gerbase;
e “Me Beija” (1984), de Werner Schunemann. Luciene Adami estréia
na televisão como apresentadora de programa na TV Cultura,
mas a consagração nacional vem com a primeira novela,
“Pantanal”, marco da extinta Rede Manchete escrita por Benedito Ruy
Barbosa, como a personagem Guta – outro papel de destaque foi como
Maria Laura na última, até agora, versão da novela
“Éramos Seis”, do SBT.
Radicada
em São Paulo, na década de 1990 Lucine Adami dá
sequência à carreira cinematográfica atuando em
curtas importantes como “Viver a Vida” (1991), de Tata Amaral; e “Deus
Ex-Machina” (1995), de Carlos Gerbase. A atriz entrou os anos 2000
com curta “Dois Filmes em Uma Noite”, de Fabiano de Souza.
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“Inverno” (1983), de Carlos Gerbase;
- “Verdes Anos” (1984), de Giba Assis Brasil e Carlos Gerbase;
- “Me Beija” (1984), de Werner Schunemann;
- “Madame Cartô” (1985), de Nelson Nadotti;
- “Viver a Vida” (1991), de Tata Amaral;
- “Deus Ex-Machina” (1995), de Carlos Gerbase;
- “Sexo & Beethoven – O Reencontro” (1997), de Carlos Gerbase;
- “Quadrilha” (1999), de Mariângela Grando;
- “Dois Filmes em Uma Noite” (200), de Fabiano de Souza
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