|
Sala Betty Faria
A
Sala Betty Faria é dedicada às mulheres que estão
por trás das câmeras: produtoras, fotógrafas, roteiristas,
diretoras de arte, preparadoras de elenco, continuístas, figurinistas,
cenógrafas. Este panorama é ilustrativo do quanto as mulheres
ocupam, hoje em dia, as mais diferentes áreas do cinema brasileiro.
A cada atualização,
a homenagem anterior vai para o arquivo e pode ser acessada tanto pelo
índice como pelo arquivo geral - os links estão ao pé
desta página.
**************
NORA
GOULART

Foto:
divulgação
Nora
Goulart é produtora de cinema.
É
uma das sócias da Casa de Cinema de Porto Alegre, que foi fundada
em setembro de 1987 e é importante espaço de realização
de inúmeros curtas e longas premiados.
Nora
Goulart estreou no cinema como produtora executiva do ótimo curta
“Barbosa” de Jorge Furtado e Ana Luíza Azevedo, de 1988. A esse
filme, seguiram muitos outros, em que atuou como produtora, co-produtora
e/ou produtora executiva.
Dentre
os trabalhos no formato curta-metragem está a obra-prima “Ilha
das Flores” (1989), de Jorge Furtado – Urso de Prata no Festival Berlim.
Outros
curtas são: “Esta Não é Sua Vida” (1991 – Jorge Furtado”;
“A Matadeira” (1994 – Jorge Furtado); “Ventre Livre” (1994 – Ana Luiza
Azevedo); “Veja Bem” (1994 – Jorge Furtado); “Estrada” (1995 – Jorge Furtado);
“Deus Ex-Machina” (1995 – Carlos Gerbase); “Um Homem Sério” (1996
– Dainara Toffolli e Diego Godoy); “Ângelo Anda Sumido” (1997 –
Jorge Furtado); “Sexo & Beethoven – O Reencontro” (1997 – Carlos Gerbase);
“Trampolim” (1998 – Fiapo Barth); “O Oitavo Selo” (1999 – Tomás
Créus); “3 Minutos” (1999 – Ana Luiza Azevedo); “O Velho do Saco”
(1999 – Milton do Prado e Amabile Rocha); “O Sanduíche” (2000 –
Jorge Furtado); “Dona Cristina Perdeu a Memória” (2002 – Ana Luiza
Azevedo).
Nora
Goulart também esteve em alguns dos mais criativos longas-metragens,
sobretudo nos filmes de Jorge Furtado: “O Homem Que Copiava” (2003); “Houve
Uma Vez Dois Verões” (2002); “Meu Tio Matou um Cara” (2004) e “Saneamento
Básico – O Filme” (2007).
Participou
também dos longas “Tolerância” (2000) e “Sala de Prata” (2005)
– ambos de Carlos Gerbase; e o belo “Bens Confiscados” (2004), do mestre
Carlos Reichenbach.
Nora
Goulart também trabalhou na produção de alguns programas
de TV, como “Dóris para Maiores” e Programa Legal.
sala
indice arquivo
home
|