Mulheres do Cinema Brasileiro - Ano 4
Um mapeamento das mulheres que fizeram
e fazem a história do Cinema Nacional

ATRIZES
Sala Isabel Ribeiro

DIRETORAS
Sala Ana Carolina

POR TRÁS DAS CÂMERAS
Sala Betty Faria
ENTREVISTAS
Sala Dina Sfat
ELAS POR ELES
Sala Lilian Lemmertz

REGISTROS
Sala Adriana Prieto


Sala Zezé Macedo

Datas

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Sala Ana Carolina

A Sala Ana Carolina é dedicada às cineastas. Desde Cléo de Verberena, nos anos 30, a presença das mulheres como diretoras de longas só vem aumentando. Esse contigente ganhou impulso nos anos 1970, mas foi com o Cinema da Retomada, a partir de meados dos anos 1990, que houve um "boom" de cineastas. Felizmente, esse número só vai aumentando. Na Sala Ana Carolina, os visitantes poderão conhecer um pouco mais cada uma dessas mulheres. A cada atualização, a homenagem anterior vai para o arquivo e pode ser acessada tanto pelo índice como pelo arquivo geral - os links estão ao pé desta página.

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IZABEL JAGUARIBE


Izabel Jaguaribe nasceu no Rio de Janeiro, em 1968.

É graduada em Comunicação Social pela PUC-RJ.

Com importante trajetória em publicidade, foi diretora de comerciais e de videoclipe, primeiro na Videofilmes – 1991-96; e depois na Conspiração Filmes – 1996-2002.

Izabel Jaguaribe atuou como assistente de direção nas produções: “A Grande Arte” (1991), de Walter Salles; “Mil e Uma” (1996), de Suzana Moraes.

Na televisão, trabalhou na minissérie “Agosto” e co-dirigiu, com Mauro Mendonça Filho, o especial “Memórias de Um Sargento de Milícias” – ambos para a Rede Globo. Dirigiu os documentários “Passageiros” e “Um Dia Qualquer”, para a GNT.

Em 2003, Izabel Jaguaribe estreou como diretora de longa-metragem com o aplaudido “Paulino da Viola – Meu Tempo É hoje”.

O filme focaliza a vida e a obra do compositor e tem participações de nomes como Hermínio Bello de Carvalho, Nelson Sargento, Elton Medeiros, Walter Alfaiate, Zeca Pagodinho, Marisa Monte e Marina Lima.

“Paulinho da Viola – Meu Tempo é Hoje” recebeu o prêmio Margarida de Prata.

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