Suzana
Amaral estreou em longas em grande estilo: o ótimo filme “A
Hora da Estrela” (1985); e a revelação cinematográfica
de Marcélia Cartaxo. Em seu segundo longa, “Uma Vida em Segredo”,
a revelação de outra ótima atriz para o cinema:
Sabrina Greve.
Sabrina
Greve tem sólida formação teatral, com trabalhos
importantes no currículo – como projeto de criação
“Prêt-à-Porter”, do CPT, Centro de Pesquisa Teatral do
Antunes Filho; e espetáculos como “Matamoros (da Fantasia),
de Beatriz Azevedo – adaptação de texto de Hilda Hilst.
A revelação para o grande público veio com “Uma
Vida em Segredo” (2001), adaptação cinematográfica
do livro homônimo de Autran Dourado, e segundo, e esperado,
longa de Suzana Amaral. A interpretação da contida Biela
valeu à Sabrina Greve os prêmios de Melhor Atriz no Festival
de Brasília e no Cine Ceará. Depois, a atriz estreou
na televisão na minissérie “A Casa das Sete Mulheres”
(2003), aumentando sua popularidade entre o público, somado
a outros trabalhos na TV.
Em
pouco tempo de carreira no cinema, Sabrina Greve vem construindo uma
filmografia expressiva com filmes de diretores importantes no currículo:
Murilo Salles (“Seja o que Deus Quiser”); Hector Babenco (“Carandiru”);
Roberto Gervitz (“Jogo Subterrâneo”). Um dos seus destaques
é como Sofia em “Nina” (2004), de Heitor Dhalia. Sabrina Greve
atuou também em “Olga” (2004), de Jayme Monjardim, e no curta
“Tudo o que é sólido pode derreter” (2005), de Rafael
Gomes.
-
“Uma Vida em Segredo” (2001), de Suzana Amaral;
- “Seja o Que Deus Quiser” (2002), de Murilo Salles;
- “Carandiru” (2003), de Hector Babenco;
- “Nina” (2004), de Heitor Dhalia;
- “Olga” (2004), de Jayme Monjardim;
- “Jogo Subterrâneo” (2005), de Roberto Gervitz;
- “Tudo o que é sólido pode derreter” (2005), curta
de Rafael Gomes.
sala
indice arquivo
home