Mulheres do Cinema Brasileiro - Ano 3
Um mapeamento das mulheres que fizeram
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SABRINA GREVE
5 de maio de 1978, *São Paulo - SP

Foto: em cena de "Uma Vida em Segredo" (2001)
de Suzana Amaral

Suzana Amaral estreou em longas em grande estilo: o ótimo filme “A Hora da Estrela” (1985); e a revelação cinematográfica de Marcélia Cartaxo. Em seu segundo longa, “Uma Vida em Segredo”, a revelação de outra ótima atriz para o cinema: Sabrina Greve.

Sabrina Greve tem sólida formação teatral, com trabalhos importantes no currículo – como projeto de criação “Prêt-à-Porter”, do CPT, Centro de Pesquisa Teatral do Antunes Filho; e espetáculos como “Matamoros (da Fantasia), de Beatriz Azevedo – adaptação de texto de Hilda Hilst. A revelação para o grande público veio com “Uma Vida em Segredo” (2001), adaptação cinematográfica do livro homônimo de Autran Dourado, e segundo, e esperado, longa de Suzana Amaral. A interpretação da contida Biela valeu à Sabrina Greve os prêmios de Melhor Atriz no Festival de Brasília e no Cine Ceará. Depois, a atriz estreou na televisão na minissérie “A Casa das Sete Mulheres” (2003), aumentando sua popularidade entre o público, somado a outros trabalhos na TV.

Em pouco tempo de carreira no cinema, Sabrina Greve vem construindo uma filmografia expressiva com filmes de diretores importantes no currículo: Murilo Salles (“Seja o que Deus Quiser”); Hector Babenco (“Carandiru”); Roberto Gervitz (“Jogo Subterrâneo”). Um dos seus destaques é como Sofia em “Nina” (2004), de Heitor Dhalia. Sabrina Greve atuou também em “Olga” (2004), de Jayme Monjardim, e no curta “Tudo o que é sólido pode derreter” (2005), de Rafael Gomes.

- “Uma Vida em Segredo” (2001), de Suzana Amaral;
- “Seja o Que Deus Quiser” (2002), de Murilo Salles;
- “Carandiru” (2003), de Hector Babenco;
- “Nina” (2004), de Heitor Dhalia;
- “Olga” (2004), de Jayme Monjardim;
- “Jogo Subterrâneo” (2005), de Roberto Gervitz;
- “Tudo o que é sólido pode derreter” (2005), curta de Rafael Gomes.



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