Mulheres do Cinema Brasileiro - Ano 3
Um mapeamento das mulheres que fizeram
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ROSANNE MULHOLLAND
1981, * Brasília - DF

Foto: em cena de "Falsa Loura" (2007),
de Carlos Reichenbach


Rosanne Mulholland é mesmo uma grande revelação do cinema brasileiro dos anos 2000. Por isto, a homenagem mais que justa na “11ª Mostra de Cinema de Tiradentes’, como atriz de destaque dentre os novos atores.

Rosanne Mulholland começou a carreira artística fazendo teatro em Brasília, onde nasceu, desde os 12 anos – a atriz integrou o grupo “Mais Cia”. Depois de fazer dois comerciais com o José Eduardo Belmonte, ela foi convidada por ele para fazer o curta “Dez Dias Felizes”, em 2002, trabalho que marca a sua estréia no cinema. Em 2004, atua no primeiro longa, “Araguaya – Conspiração do Silêncio”, do cineasta brasiliense Ronaldo Duque. Mas foi o filme seguinte, “A Concepção” (2005), de José Eduardo Belmonte, que revelou o imenso talento da jovem atriz em ousado personagem. Depois de fazer algumas pequenas participações na televisão, a atriz estréia de verdade na minissérie “JK”, de Maria Adelaide Amaral.

Rosanne Mulholland tornou-se musa de José Eduardo Belmonte. A atriz está no novo filme do cineasta, “Meu Mundo em Perigo” (2007). Outro cineasta que caiu de amores por ela é o mestre Carlos Reichenbach, que a escalou como protagonista de seu filme “Falsa Loura” (2007). Rosanne Mulholland está fazendo um filme atrás do outro – “O Magnata” (2007), de Johnny Araújo; e “Nome Próprio”, de Murilo Salles, são seus outros longas. A atriz também atuou nos curtas “Madame Pessoa”, de Bruno Freitas; e “14 Bis” (2006), de André Ristun.

- “Dez Dias Felizes” (2002), curta de José Eduardo Belmonte;
- “Araguaya – A Conspiração do Silêncio” (2004), de Ronaldo Duque;
- “Madame Pessoa”, curta de Bruno Freitas;
- “A Concepção” (2005), de José Eduardo Belmonte;
- “14 Bis” (2006), curta de André Ristun;
- “O Magnata” (2007), de Johnny Araújo;
- “Nome Próprio” (2007), de Murilo Salles;
- “Falsa Loura” (2007), de Carlos Reichenbach;
- “Meu Mundo em Perigo” (2007), de José Eduardo Belmonte.


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