Rosanne
Mulholland é mesmo uma grande revelação do cinema
brasileiro dos anos 2000. Por isto, a homenagem mais que justa na
“11ª Mostra de Cinema de Tiradentes’, como atriz de destaque
dentre os novos atores.
Rosanne
Mulholland começou a carreira artística fazendo teatro
em Brasília, onde nasceu, desde os 12 anos – a atriz integrou
o grupo “Mais Cia”. Depois de fazer dois comerciais com o José
Eduardo Belmonte, ela foi convidada por ele para fazer o curta “Dez
Dias Felizes”, em 2002, trabalho que marca a sua estréia no
cinema. Em 2004, atua no primeiro longa, “Araguaya – Conspiração
do Silêncio”, do cineasta brasiliense Ronaldo Duque. Mas foi
o filme seguinte, “A Concepção” (2005), de José
Eduardo Belmonte, que revelou o imenso talento da jovem atriz em ousado
personagem. Depois de fazer algumas pequenas participações
na televisão, a atriz estréia de verdade na minissérie
“JK”, de Maria Adelaide Amaral.
Rosanne
Mulholland tornou-se musa de José Eduardo Belmonte. A atriz
está no novo filme do cineasta, “Meu Mundo em Perigo” (2007).
Outro cineasta que caiu de amores por ela é o mestre Carlos
Reichenbach, que a escalou como protagonista de seu filme “Falsa Loura”
(2007). Rosanne Mulholland está fazendo um filme atrás
do outro – “O Magnata” (2007), de Johnny Araújo; e “Nome Próprio”,
de Murilo Salles, são seus outros longas. A atriz também
atuou nos curtas “Madame Pessoa”, de Bruno Freitas; e “14 Bis” (2006),
de André Ristun.
- “Dez Dias Felizes” (2002), curta de José
Eduardo Belmonte;
- “Araguaya – A Conspiração do Silêncio” (2004),
de Ronaldo Duque;
- “Madame Pessoa”, curta de Bruno Freitas;
- “A Concepção” (2005), de José Eduardo Belmonte;
- “14 Bis” (2006), curta de André Ristun;
- “O Magnata” (2007), de Johnny Araújo;
- “Nome Próprio” (2007), de Murilo Salles;
- “Falsa Loura” (2007), de Carlos Reichenbach;
- “Meu Mundo em Perigo” (2007), de José Eduardo Belmonte.
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