|
ROSANGELA MALDONADO

Foto:
com José Mojica Marins
Fonte: livro "José Mojica Marins - 50 Anos de Carreira"
Rosangela Maldonado nasceu em Franca, São Paulo, em 13 de agosto
de 1928.
Começou a carreira no rádio, como locutora e rádio-atriz
na Rádio Tupi.
Nos anos 1950, atua no teatro – “Escândalos”, com direção
de Bibi Ferreira, em 1950, é um de seus espetáculos; e também
em teleteatros na TV Tupi.
Ainda na década de 1950, Rosangela Maldonado inicia trajetória
longa como atriz de cinema, com mais de 20 filmes no currículo.
Milton Rodrigues, Moacyr Fenelon, Carlos Hugo Christensen, Ronaldo Lupo,
Luiz de Barros, Ismar Porto, Fauzi Mansur, Ary Fernandes, João
Callegaro e Roberto Mauro são alguns cineastas que a dirigem.
Dentre os destaques estão suas atuações em “Hoje
o Galo Sou Eu” (1958), de Aluísio T. de Carvalho; “Teu Tua” (1979),
de Domingos de Oliveira; e a parceria nos filmes de José Mojica
Marins.
Como atriz, está em “Finis Hominis” (1971) e “Sexo na Ilha do Tesouro”,
ambos com direção de Mojica.
Em 1978, Rosangela Maldonado produz, roteiriza e estrela “A Mulher que
Põe a Pomba no Ar”. O filme consta em vários registros como
co-direção entre ela e Mojica, que assina com o pseudônimo
de J. Avellar, mas Mojica diz que dirigiu sozinho.
No mesmo ano, Rosangela Maldonado dirige, roteiriza e estrela “A Deusa
de Mármore – Escrava do Diabo”, dessa vez contando com José
Mojica Marins no elenco.
Os dois filmes têm histórias de mistério e de entrecho
sobrenatural.
Como diretora:
- “A Mulher que põe a Pomba no Ar” (1978), co-direção
com José Mojica Marins (que nega a co-direção); também
como produtora, roteirista e atriz.
- “A Deusa de Mármore – Escrava do Diabo” (1978); - também
como roteirista e atriz.
Como atriz:
-
“Somos Dois” (1950), de Milton Rodrigues;
- “Milagre de Amor” (1951), de Moacyr Fenelon;
- “Aventura em Rio” (1953), de Alberto Goult;
- “Almas em Conflito” (1955), de Rafael Mancini;
- “Hoje o Galo Sou Eu” (1958), de Aloísio T. de Carvalho;
- “Esse Rio que eu amo” (1960), de Carlos Hugo Christensen;
- “Só Naquela Base” (1960), de Ronaldo Lupo;
- “Vagabundos no Society” (1962), de Luiz de Barros;
- “O Levante das Saias” (1967), de Ismar Porto;
- “Deu a Louca no Cangaço” (1969), de Fauzi Mansur e Nelson Teixeira
Mendes;
- “Mágoas de Caboclo” (1970), de Ary Fernandes;
- “O Pornógrafo” (1970), de João Callegaro;
- “Finis Hominis” (1971), de José Mojica Marins;
- “Sexo e Sangue na Trilha do Tesouro” (1972), de José Mojica Marins;
- “Ironside” (1973), de Collier Young;
- “Fracasso de um Homem nas Duas Noites de Núpcias” (1975), de
George Michel Sérkeis;
- “O Incrível Segredo da Castidade” (1975), de Roberto Mauro;
- “Teu Tua” (1979), de Domingos de Oliveira.
sala
indice arquivo
home
|