Mulheres do Cinema Brasileiro - Ano 3
Um mapeamento das mulheres que fizeram
e fazem a história do Cinema Nacional

ATRIZES
Sala Isabel Ribeiro

DIRETORAS
Sala Ana Carolina

POR TRÁS DAS CÂMERAS
Sala Betty Faria
ENTREVISTAS
Sala Dina Sfat
ELAS POR ELES
Sala Lilian Lemmertz

REGISTROS
Sala Adriana Prieto


Sala Zezé Macedo

Datas

Arquivo Geral
Referências
O Site
Comentários
Contato

 

   

ROSANGELA MALDONADO

Foto: com José Mojica Marins
Fonte: livro "José Mojica Marins - 50 Anos de Carreira"


Rosangela Maldonado nasceu em Franca, São Paulo, em 13 de agosto de 1928.

Começou a carreira no rádio, como locutora e rádio-atriz na Rádio Tupi.

Nos anos 1950, atua no teatro – “Escândalos”, com direção de Bibi Ferreira, em 1950, é um de seus espetáculos; e também em teleteatros na TV Tupi.

Ainda na década de 1950, Rosangela Maldonado inicia trajetória longa como atriz de cinema, com mais de 20 filmes no currículo.

Milton Rodrigues, Moacyr Fenelon, Carlos Hugo Christensen, Ronaldo Lupo, Luiz de Barros, Ismar Porto, Fauzi Mansur, Ary Fernandes, João Callegaro e Roberto Mauro são alguns cineastas que a dirigem.

Dentre os destaques estão suas atuações em “Hoje o Galo Sou Eu” (1958), de Aluísio T. de Carvalho; “Teu Tua” (1979), de Domingos de Oliveira; e a parceria nos filmes de José Mojica Marins.

Como atriz, está em “Finis Hominis” (1971) e “Sexo na Ilha do Tesouro”, ambos com direção de Mojica.

Em 1978, Rosangela Maldonado produz, roteiriza e estrela “A Mulher que Põe a Pomba no Ar”. O filme consta em vários registros como co-direção entre ela e Mojica, que assina com o pseudônimo de J. Avellar, mas Mojica diz que dirigiu sozinho.

No mesmo ano, Rosangela Maldonado dirige, roteiriza e estrela “A Deusa de Mármore – Escrava do Diabo”, dessa vez contando com José Mojica Marins no elenco.

Os dois filmes têm histórias de mistério e de entrecho sobrenatural.



Como diretora:

- “A Mulher que põe a Pomba no Ar” (1978), co-direção com José Mojica Marins (que nega a co-direção); também como produtora, roteirista e atriz.
- “A Deusa de Mármore – Escrava do Diabo” (1978); - também como roteirista e atriz.

Como atriz:

- “Somos Dois” (1950), de Milton Rodrigues;
- “Milagre de Amor” (1951), de Moacyr Fenelon;
- “Aventura em Rio” (1953), de Alberto Goult;
- “Almas em Conflito” (1955), de Rafael Mancini;
- “Hoje o Galo Sou Eu” (1958), de Aloísio T. de Carvalho;
- “Esse Rio que eu amo” (1960), de Carlos Hugo Christensen;
- “Só Naquela Base” (1960), de Ronaldo Lupo;
- “Vagabundos no Society” (1962), de Luiz de Barros;
- “O Levante das Saias” (1967), de Ismar Porto;
- “Deu a Louca no Cangaço” (1969), de Fauzi Mansur e Nelson Teixeira Mendes;
- “Mágoas de Caboclo” (1970), de Ary Fernandes;
- “O Pornógrafo” (1970), de João Callegaro;
- “Finis Hominis” (1971), de José Mojica Marins;
- “Sexo e Sangue na Trilha do Tesouro” (1972), de José Mojica Marins;
- “Ironside” (1973), de Collier Young;
- “Fracasso de um Homem nas Duas Noites de Núpcias” (1975), de George Michel Sérkeis;
- “O Incrível Segredo da Castidade” (1975), de Roberto Mauro;
- “Teu Tua” (1979), de Domingos de Oliveira.


sala indice arquivo home