Mulheres do Cinema Brasileiro - Ano 3
Um mapeamento das mulheres que fizeram
e fazem a história do Cinema Nacional

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MALU MADER por ROBERTO SANTUCCI

Foto: cena de "Bellini e a Esfinge" (2001),
de Roberto Santucci


Eu quero homenagear a Malu Mader, pelo contato que eu tive no filme “Bellini e a Esfinge”. Ela mostrou o poder dela de uma estrela, no sentido em que ela brilha, né?

A Malu veio para fazer uma participação no filme, a gente abriu câmera, e é impressionante como que ela imprimiu bem, como que ela mostrou esse brilho de uma estrela, como que as imagens dela saíram bem, como ela ficou bem no filme. E é lógico, né? Como que o público reagiu bem à Malu naquele filme.

Foi uma experiência muito bacana ter trabalhado com a Malu, ter experimentado essa coisa da estrela, quer dizer, ela é uma pessoa que dispensa qualquer tipo de apresentações e elogios. Ela tem uma história muito grande na televisão brasileira, também tem sua participação no cinema. Eu não tenho muito conhecimento, não assisto muita televisão, quer dizer, não assisto agora, já assisti muito no passado. Mas foi muito bacana ter visto o poder dela dentro da linguagem cinematográfica.

Eu tive uma ótima experiência com ela, gostaria de voltar a trabalhar com ela no futuro. Eu deixo aqui minha homenagem pra Malu Mader.



Depoimento ao Mulheres em janeiro/2008
na "11a Mostra de Cinema de Tiradentes".



Roberto Santucci é cineasta e roteirista,
e um dos nomes de destaque do gênero
policial no cinema brasileiro.
Dirigiu os filmes "Olé - Um Movie Cabra da Peste" (2000),
"Bellini e a Esfinge" (2001) - adaptação cinematográfica
do livro de Tony Bellotto; e "Alucinados" (2007).

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