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Foto:
com Ênio Gonçalves (de smoking) em cena de "Viúvas Precisam de
Consolo" (1979), Veterana atriz do teatro e da televisão,
Riva Nimitz atuou em poucos filmes, apenas cinco. Ainda assim, deixou registrado
seu talento em dois grandes momentos do cineasta Joaquim Pedro de Andrade e da
história do cinema brasileiro: “Cinco Vezes Favela” e “O Homem do Pau
Brasil”. Riva Nimitz começou sua carreira artística
no teatro, veículo onde vai construir notável trajetória. Entre esses
momentos memoráveis nos palcos está a atuação no Teatro Arena, com sucessos
como “Eles Não Usam black-tie”, de Gianfrancesco Guarnieiri, em 1958. Na
televisão, estréia na década de 50, desenvolvendo extensa carreira na TV Tupi
e também passando por várias emissoras, como Globo, Bandeirantes e SBT. Um de
seus maiores sucessos na telinha foi
a vilã Elza de “A Pequena Órfã”, em
1968. Riva Nimitz estréia no cinema em 1954
no filme “A Sogra”, dirigido por Armando Couto e protagonizado por Procópio
Ferreira. Mas é em 1962 que atua em uma obra-prima do cinema brasileiro, o
curta “Couro de Gato”, do mestre Joaquim Pedro de Andrade, episódio do
longa “Cinco Vezes Favela”. Na década de 70, Depois de longo tempo afastada
das telas, Riva Nimitz atua na pornochanchada dirigida pelo ator Ewerton de
Castro, “Viúvas Precisam de Consolo”. Nos anos 80, Riva Nimitz volta a
encontrar o cinema autoral de Joaquim Pedro de Andrade no especialíssimo “O
Homem do Pau Brasil”. No final da década participa do divertido e personal
“Fogo e Paixão”, de Marcio Kogan e Isay Weinfeld. - “A Sogra” (1954), de Armando
Couto; |
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