Nome
de ponta do rock brasileiro, como compositora e cantora, Rita Lee
é também atriz esporádica com algumas passagens
pelo cinema.
Filha
de pai americano, Rita Lee surgiu para o Brasil no Festival de música
da Record, em 1967, em “Os Mutantes” – ao lado de Arnaldo Baptista
e Sérgio Dias – acompanhando Gilberto Gil na música
“Domingo no Parque”. Com “Os Mutantes” faz sucesso no Brasil, entra
para a galeria de grupos de rock cultuados no mundo inteiro, e participa
do Tropicalismo. Em 1970, lança o primeiro disco solo “Build
Up”, e em 1973, com “Fruto Proibido”, se lança em carreira
solo de sucesso – em 1976, casa-se com Roberto de Carvalho, marido
e parceiro musical até os dias de hoje e de sucessos como “Baila
Comigo” e Lança Perfume”. Ainda na época de “Os Mutantes”
participa de alguns filmes como “As Amorosas” (1968), de Walter Hugo
Khouri, e “Os Paqueras” (1969), de Reginaldo Farias. Mas a estréia
como atriz se dá nos anos 1980, como umas das inúmeras
personagens de “Fogo e Paixão” (1988), de Marcio Kogan e Isay
Weinfeld; e, sobretudo, como a Mary Shadow de “Dias Melhores Virão”
(1989), de Carlos Diegues. Na televisão, Rita Lee participou
de vários programas – os últimos foram “Saia Justa”
e “Madame Lee”.
Em
1992, Rita Lee encarna Raul Seixas no clássico curta-metragem
“Tanta Estrela Por Aí”, de Tadeu Knudsen. Depois de participar
de “Durval Discos” (2002), de Anna Muylaert, arrasa fazendo a voz
de Rebordosa, a famosa personagem de quadrinhos criada por Angeli,
em “Wood & Stock – Sexo, Orégano e Rock´n Roll” (2006),
de Otto Guerra – prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante no CinePE.
-
“As Amorosas” (1968), de Walter Hugo Khouri;
- “Os Paqueras” (1969), de Reginaldo Farias;
- “Fogo e Paixão” (1988), de Marcio Kogan e Isay Weinfeld;
- “Dias Melhores Virão” (1989), de Carlos Diegues;
- “Tanta Estrela Por Aí” (1992), curta de Tadeu Knudsen;
- “Durval Discos” (2002), de Anna Muylaert;
- “Wood & Stock – Sexo, Orégano e Rock´n Roll” (2006),
de Otto Guerra.
sala
indice arquivo
home