Mulheres do Cinema Brasileiro - Ano 3
Um mapeamento das mulheres que fizeram
e fazem a história do Cinema Nacional

ATRIZES
Sala Isabel Ribeiro

DIRETORAS
Sala Ana Carolina

POR TRÁS DAS CÂMERAS
Sala Betty Faria
ENTREVISTAS
Sala Dina Sfat
ELAS POR ELES
Sala Lilian Lemmertz
REGISTROS
Sala Adriana Prieto

Sala Zezé Macedo
Datas

Arquivo Geral
Referências
O Site
Comentários
Contato

 



RITA LEE
31 de dezembro de 1947, *São Paulo - SP

Foto: em cena de"Dias Melhores Virão" (1989)
de Carlos Diegues

Nome de ponta do rock brasileiro, como compositora e cantora, Rita Lee é também atriz esporádica com algumas passagens pelo cinema.

Filha de pai americano, Rita Lee surgiu para o Brasil no Festival de música da Record, em 1967, em “Os Mutantes” – ao lado de Arnaldo Baptista e Sérgio Dias – acompanhando Gilberto Gil na música “Domingo no Parque”. Com “Os Mutantes” faz sucesso no Brasil, entra para a galeria de grupos de rock cultuados no mundo inteiro, e participa do Tropicalismo. Em 1970, lança o primeiro disco solo “Build Up”, e em 1973, com “Fruto Proibido”, se lança em carreira solo de sucesso – em 1976, casa-se com Roberto de Carvalho, marido e parceiro musical até os dias de hoje e de sucessos como “Baila Comigo” e Lança Perfume”. Ainda na época de “Os Mutantes” participa de alguns filmes como “As Amorosas” (1968), de Walter Hugo Khouri, e “Os Paqueras” (1969), de Reginaldo Farias. Mas a estréia como atriz se dá nos anos 1980, como umas das inúmeras personagens de “Fogo e Paixão” (1988), de Marcio Kogan e Isay Weinfeld; e, sobretudo, como a Mary Shadow de “Dias Melhores Virão” (1989), de Carlos Diegues. Na televisão, Rita Lee participou de vários programas – os últimos foram “Saia Justa” e “Madame Lee”.

Em 1992, Rita Lee encarna Raul Seixas no clássico curta-metragem “Tanta Estrela Por Aí”, de Tadeu Knudsen. Depois de participar de “Durval Discos” (2002), de Anna Muylaert, arrasa fazendo a voz de Rebordosa, a famosa personagem de quadrinhos criada por Angeli, em “Wood & Stock – Sexo, Orégano e Rock´n Roll” (2006), de Otto Guerra – prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante no CinePE.

- “As Amorosas” (1968), de Walter Hugo Khouri;
- “Os Paqueras” (1969), de Reginaldo Farias;
- “Fogo e Paixão” (1988), de Marcio Kogan e Isay Weinfeld;
- “Dias Melhores Virão” (1989), de Carlos Diegues;
- “Tanta Estrela Por Aí” (1992), curta de Tadeu Knudsen;
- “Durval Discos” (2002), de Anna Muylaert;
- “Wood & Stock – Sexo, Orégano e Rock´n Roll” (2006), de Otto Guerra.



sala indice arquivo home