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Foto:
com Pedro Jorge de Castro nas filmagens de Chamada de “força da natureza”
pelo cineasta Marcus Vinícius César, que a dirigiu em “Espelho D`água Uma
Viagem no Rio São Francisco”, Regina
Maria Dourado é uma atriz talentosíssima e
carismática, com filmes importantes no currículo. Regina
Maria Dourado começou sua carreira no teatro ainda na adolescência, na
Companhia Baiana de Comédia. Mas gostava mesmo era de cantar e dançar – não
pensava em ser atriz, queria ser professora de faculdade. Felizmente, as artes cênicas
a “seqüestraram”, e o Brasil ganhou uma atriz forte e marcante. Regina
Dourado estreou na televisão no especial “A Morte e a Morte de Quincas Berro
D`água”, dirigido por Walter Avancini em 1978, e no ano seguinte faz sua
primeira novela, “Pai Herói”, de Janete Clair. A consagração na telinha
vem 1983 com a inesquecível personagem Lara Sereno de “Pão Pão, Beijo
Beijo”, de Walter Negrão, marcando o início de vários personagens em mais
de 20 trabalhos na televisão. No cinema, depois de uma participação como uma
cigana dançarina no filme “Amante Latino” (1979), de Pedro Carlos Róvai,
protagonizado por Sidney Magal, e de cantar na trilha de “O Encalhe – Sete
Dias de Agonia” (1982), de Denoy de Oliveira, estréia como atriz em grande
estilo em “Baiano Fantasma”, também de Denoy, em 1984. O filme seguinte, o
belíssimo “Tigipió – Uma Questão de Amor e Honra”, de Pedro Jorge de
Castro, em 1986, confirma o nome da atriz como uma das grandes revelações do
cinema brasileiro. Na década de 90, Regina Maria Dourado
atua em três filmes: “Corpo em Delito”, de Nuno César de Abreu; “Corisco
& Dada”, de Rosenberg Cariry; e “No Coração dos Deuses”, de Geraldo
Moraes. Depois de vencer um câncer, Regina Dourado voltou à telinha e ao
cinema; a atriz recebeu o prêmio de Melhor Coadjuvante pelo belo trabalho em
“Espelho D`água – Uma Viagem no Rio São Francisco” (2004), de Marcus Vinícius
César. - “Amante Latino” (1979), de Pedro
Carlos Róvai – participação como dançarina; |
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