Em
sua longa carreira, Nicette Bruno sempre privilegiou o teatro e a
televisão. Ainda assim, deixou seu talento registrado no cinema.
Nicette
Bruno começou a carreira no teatro ainda na infância
– com 11 anos integra o grupo de teatro da ACM – Associação
Cristã de Moças, passa depois para o Teatro Universitário,
aos 14 anos, e, em seguida, integra o grupo de Dulcina de Moraes.
A partir daí, atua em dezenas de espetáculos, é
dirigida por grandes nomes dos palcos - como Dulcina, Ziembinski e
Antônio Abujamra, monta companhia própria e recebe os
prêmios Moliere, Shell e APCA. A atriz participa da inauguração
da TV Tupi, no Rio, em 1951, e atua em programas, teleteatros, especiais,
novelas e minisséries – algumas das novelas de sucesso são
“A Gordinha” (1970 – Sérgio Jockymann); “Éramos Seis”
(1977 – Rubens Ewald Filho e Sílvio de Abreu); e “Rainha da
Sucata” (1990 – Sílvio de Abreu). Estréia no cinema
antes da TV, com apenas 14 anos, em “Querida Suzana” (1947), de Alberto
Pieralisi, e em 1952 participa de “O Canto da Saudade”, de Humberto
Mauro, na Cinédia.
Ainda
nos anos 1950, Nicette Bruno atua em “Esquina da Ilusão”, de
Ruggero Jacobbi, mas volta ao cinema só na década de
1970, em “A Marcha”, de Oswaldo Sampaio. Nicette Bruno tem atuação
esporádica no cinema, e por isso só volta ás
telas novamente a partir dos anos 1990, em curta de Isabel Diegues
e em longas de José Alvarenga Jr, Murilo Salles e Jorge Fernando.
Nicette Bruno é casada com o ator Paulo Goulart, desde 1954.
-
“Querida Suzana” (1947), de Alberto Pieralisi;
- “Cato da Saudade” (1952), de Humberto Mauro;
- “Esquina da Ilusão” (1953), de Ruggero Jacobbi;
- “A Marcha” (1972), de Oswaldo Sampaio;
- “Vila Isabel” (1998), curta de Isabel Diegues;
- “Zoando na TV” (1999), de José Alvarenga Jr.;
- “Seja o que Deus Quiser” (2002), de Murilo Salles;
- “A Guerra dos Rocha” (2008), de Jorge Fernando.
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