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Foto:
com Chacrinha em cena de "Virou Bagunça" (1961) A
comediante Nádia Maria foi garantia de gargalhadas na tv desde os anos 50, com
personagens hilários em vários programas humorísticos. No cinema, é claro,
marcou presença nas chanchadas, dirigida pelos dois maiores nomes do gênero:
Carlos Manga e Watson Macedo. Nádia
Maria começou sua carreira como rádio-atriz no final da década de 40 ao
ingressar na Rádio Guanabara. Na década seguinte, com a chegada da televisão,
encontrou o veículo perfeito para seu humor histriônico e para o seu talento
para criar tipos. Sucesso desde os tempos da Rede Tupi, ela eternizou, de lá
para cá, personagens deliciosas como Margô Marli, a menina que nasceu para ser
artista, em dobradinha com Nair Bello. Já nos anos 90, foi a vez de dar
voz à personagens caricaturais das economistas Maria da Conceição Tavares e Zélia
Cardoso de Mello, no Programa `Escolinha do Professor Raimundo´. No cinema,
estréia em 1955 no filme `O Primo do Cangaceiro´, de Mário Brasini. É
na chanchadas que Nádia Maria terá dois ótimos momentos. O primeiro é o
filme `É a Maior´, de Carlos Manga, em que sua personagem disputa a preferência
do público com a personagem da saudosa Sônia Mamede, uma clara referência à
rivalidade histórica entre as cantoras Marlene e Emilinha Borba e seus
respectivos fãs-clubes. O segundo momento é em `Virou Bagunça´, de Watson
Macedo , filme que conta com a participação do apresentador Chacrinha. -
`O Primo do Cangaceiro´ (1955), de Mário Brasini; |
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