Monah Delacy é atriz, escritora, dramaturga e artista plástica.
Veterana dos palcos, estreou no cinema nos anos 1960.
Monah
Delacy sempre foi apaixonada pelas artes cênicas desde a mais
tenra idade. Contra a vontade do pai, começou a carreira no
teatro com 18 anos, quando se matricula na Escola de Arte Dramática
de São Paulo, em 1948. A atriz encenou dezenas de peças,
dentre elas “A Moratória”, “Equus”, “Os Ossos do Barão”
e “Afinal Uma Mulher de Negócios”. Na TV, atua no Grande Teatro
Tupi, passando depois por vártias emissoras - Globo, Manchete,
Bandeirantes, em novelas como “Irmãos Coragem” (1970), “Plumas
e Paetês” (1980) e “Dance Dance Dance” (2007). É também
autora de especiais para a TV e de peças de teatro. A atriz
estréia no cinema na década de 1960, e seus primeiros
filmes são “Mulheres e Milhões”, de Jorge Ileli, e “Esse
Rio que Eu Amo”, de Carlos Hugo Christensen.
Monah
Delacy atua em uma dúzia de filmes, dirigida por cineastas
como Victor Lima, Fernando Amaral, e Braz Chediak – com esse último,
atua em três filmes, sendo dois deles adaptações
de Nelson Rodrigues: “Perdoa-me por me Traíres” (1980) e “Bonitinha,
Mas Ordinária” (1981). A atriz está também em
“Obsessão” (1973), importante filme dirigido por Jece Valadão,
pelo qual recebe o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante no Festival
do Guarujá; e com Alfredo Sternheim em “Pureza Proibida” (1974),
baseado em história da autora. Monah Delacy é mãe
da atriz Christiane Torloni.
-
“Mulheres e Milhões” (1961), de Jorge Ileli;
- “Esse Rio que Eu Amo” (1961), de Carlos Hugo Christensen;
- “Bonitinha, Mas Ordinária” (1963), de Billy Davis;
- “Crônica da Cidade Amada” (1964), de Carlos Hugo Christensen;
- “A Um Pulo da Morte” (1969), de Victor Lima;
- “Obsessão” (1973), de Jece Valadão;
- “Quatro Contra o Mundo” (1974), de Fernando Amaral;
- “Pureza Proibida” (1974), de Alfredo Sternheim;
- “Eu dou o que Ela Gosta” (1975), de Braz Chediak;
- “Tem Folga na Direção” (1976), de Victor Lima;
- “Perdoe-me por me Traíres” (1980), de Braz Chediak;
- “Bonitinha, Mas Ordinária” (1981), de Braz Chediak.
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