Mulheres do Cinema Brasileiro - Ano 3
Um mapeamento das mulheres que fizeram
e fazem a história do Cinema Nacional

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RUTH DE SOUZA E DÉBORA FALABELLA
por MAURÍCIO TIZUMBA

Foto: Ruth de Souza em "As Filhas do Vento" (2005), de Joel Zito Araújo
e Débora Falabella em "Lisbela e o Prisioneiro" (2003), de Guel Arraes


Ruth de Souza, a primeira
A precursora, a resistência
Exemplo, orgulho e n’guzu
para o povo negro dessa terra
chamada Brasil. Ela é arte pura
Ela contribuiu muito com o cinema
brasileiro, por isso dou um grande
SALVE SALVE Para Ruth.
Eternizada na sétima-arte,
do Assalto ao trem pagador
à As filhas do vento
Eu amo essa grande mulher.



Débora Falabella
Um grande orgulho das Minas Gerais
Vem de um família totalmente arte
toda cercada de arte, carinho
e profissionalismo
Também carrega uma mistura perfeita
de talento e trabalho
Brilha desde pequetita passando
pela Chiquititas e, hoje, Débora mulher
brilha no mundo, bonita e bela
brilha nos Dois perdidos e no Lisbela.


Poemas escritos para o Mulheres em abril/2008


Mauricio Tizumba é artista múltiplo:
Compositor, cantor, ator e músico multiinstrumentista.
No cinema, atuou em vários curta e longas.
Em longas-metragens, atuou em filmes como
"Narradores de Javé" (2003),
de Eliane Caffé;
"Uma Onda no Ar" (2002), "Batismo de Sangue" (2006) e
"Pequenas Histórias" (2007) - os três de Helvécio Ratton;
"Vinho de Rosas" (2005), de Elza Cataldo; e

"Confissões de Olavo" (2007), de Ernane Alves.
No teatro, faz parte da premiada Cia Burlantins, além de
atuar em espetáculos de sucesso como o musical
"Besouro, Cordão de Ouro", de João das Neves.
Murício Tizumba faz shows em todo o Brasil e
tem CDs gravados.




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