Mulheres do Cinema Brasileiro - Ano 5
Um mapeamento das mulheres que fizeram
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MARTA MOYANO
1951, *Buenos Aires, Argentina

Foto: cena de "Oh, Que Delícia de Patrão" (1974), de Alberto Pieralisi
fonte: Fotolog Marcellena

Da argentina para o Brasil, Marta Moyano foi uma das musas amadas do cinema erótico dos anos 70.

Marta Moyano nasceu em 1951, em Buenos Aires, Argentina, onde inicia carreira de atriz. Radicada no Brasil na década de 70, inicia trajetória cinematográfica que lhe garante lugar de destaque como musa do cinema nacional da época, sobretudo nas produções do ator, cineasta e produtor Carlo Mossy.  A atriz estréia no cinema brasileiro se deu em filmes de Alberto Pieralisi, “Café na Cama” (1973), e “Oh, Que Delícia de Patrão” (1974). No primeiro, ela é Norma, protagonista ao lado de Agildo Ribeiro, uma garota do subúrbio que se prostitui para subir na vida. No segundo, ela também tem grande destaque, atuando nos dois episódios, “As Loucuras do Patrão” e “Um Brinde ao Patrão”, em que está belíssima e faz parceria endiabrada com o personagem de Carlo Mossy, para desespero do patrão interpretado por Jorge Dória.

Marta Moyano atua em mais um filme Pieralisi, “O Homem da Cabeça de Ouro”, e em dois dirigidos por Carlo Mossy, “Com as Calças na Mão” e “As Massagistas Profissionais” – nesse, ela e Adéle Fátima são as sedutoras e perigosas massagistas da casa de massagem “Mãos de Ouro”. Marta Moyano atuou em mais de uma dúzia de filmes e foi dirigida por cineastas como Alcino Diniz, Carlos Imperial, Fauzi Mansur e Bruno Barreto.

- “Café na Cama” (1973), de Alberto Pieralisi;
- “Oh, Que Delícia de Patrão” (1974), de Alberto Pieralisi;
- “Motel” (1975), de Alcino Diniz;
- “Com as Calças na Mão” (1975), de Carlo Mossy;
- “O Homem da Cabeça de Ouro” (1976), de Alberto Pieralisi;
- “O Varão de Ipanema” (1976), de Luís Antonio Piá;
- “O Sexomaníaco” (1976), de Carlos Imperial;
- “O Mulherengo” (1976), de Fauzi Mansur;
- “As Massagistas Profissionais” (1976), de Carlo Mossy;
- “Dona Flor e Seus Dois Maridos” (1976), de Bruno Barreto;
- “Nem as Enfermeiras escapam” (1976), de André José Adler;
- “O Garanhão no Lago das Virgens” (1977), de Marcos Lyra;
- “Manicures a Domicílio” (1977), de Carlo Mossy;
- “Um Marciano em Minha Cama” (1981), de Carlos Imperial.