Mulheres do Cinema Brasileiro - Ano 4
Um mapeamento das mulheres que fizeram
e fazem a história do Cinema Nacional

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MARÍLIA GABRIELA
31 de maio de 1948, *Campinas, SP

Foto: com Waly Salomão em cena de "Gregório de Matosr" (2003),
de
Ana Carolina

 

Jornalista de prestígio, Marília Gabriela intensificou a carreira de atriz e já tem filmes importantes no currículo.

Marília Gabriela iniciou sua carreira jornalística na Globo, no final da década de 1960. Responsável por grandes reportagens para o Fantástico, a consagração nacional veio mesmo foi como apresentadora do inesquecível “TV Mulher”, nos anos 1980. Entrevistadora mais importante do país, já esteve à frente de vários programas e em várias emissoras, como “Cara a Cara”, na Bandeirantes, “De Frente com Gabi”, no SBT, e “Aquela Mulher” e “Marília Gabriela Entrevista, no GNT. Tem também carreira pontual como cantora – já lançou alguns discos, ainda no formato vinil e também em CD. Marília Gabriela iniciou carreira de atriz no cinema no final da década de 1990, mas consolidou essa nova trajetória nos anos 2000. No teatro, já foi dirigida por dois importantes nomes: Gerald Thomas em “Esperando Beckett” (2001); e Antônio Abujamra em “Senhora Macbeth” (2007). Na TV estreou em novelas com Aguinaldo Silva em “Senhora do Destino” (2004), e depois em “Duas Caras” (2007). No cinema, a estréia foi como um dos disfarces do personagem Silva no filme “Ed Mort” (1997), de Alain Fresnot.

Disposta a investir na carreira de atriz, Marília Gabriela já atuou em outros filmes – uma característica interessante é que em três foi dirigida por diretoras. Um ótimo momento nas telas é como uma das Abadessas no particularíssimo filme de Ana Carolina, “Gregório de Mattos”, sobre o poeta conhecido como Boca do Inferno, e que é protagonizado pelo saudoso Waly Salomão. As outras duas diretoras com as quais trabalhou até agora são Mara Mourão, em “Avassaladoras” (2002); e Alice de Andrade em “Diabo a 4” (2004).

- “Ed Mort” (1997), de Alain Fresnot;
- “Avassaladoras” (2002), de Mara Mourão;
- “Gregório de Mattos” (2003), de Ana Carolina;
- “Diabo à 4” (2004), de Alice de Andrade;
- “Sexo com Amor?” (2008), de Wolf Maya;
- “Bellini e o Demônio” 92008), de Marcelo Galvão.





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