Mulheres do Cinema Brasileiro - Ano 3
Um mapeamento das mulheres que fizeram
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MARIA ROSA

Foto: com Serafim Gonzales em cena de
"As Filhas do Fogo" (1978), de Walter Hugo Khouri

 

Dona de uma beleza deslumbrante, Maria Rosa encantou o público em programa humorístico e causou furor nas passarelas. No cinema, integrou a galeria de Walter Hugo Khouri.

Maria Rosa começou a carreira como modelo. Nos anos 1970, esquentou a libido de muita gente com suas participações no saudoso “Planeta dos Homens” (1976), programa que reunia os talentos de gigantes do humorismo como Jô Soares e Agildo Ribeiro. Ainda na televisão, participou de novelas como “Feijão Maravilha” (1979), mas foi somente em 2004 que teve papel de destaque como Laura em “Da Cor do Pecado”, de João Emanuel Carneiro. Foi também na década de 1970 que a atriz chegou ao cinema em “A Arvore dos Sexos” (1977), de Sílvio de Abreu.

Maria Rosa se eternizou no cinema ao integrar a galeria de belas e ótimas atrizes de Walter Hugo Khouri. A parceria com o genial cineasta foi em dois filmes: “As Filhas do Fogo” e “O Prisioneiro do Sexo”. Sua presença estonteante, com alta carga de sensualidade e mistério, foi explorada de forma magistral por Khouri, com personagens completamente adequadas à beleza e ao talento da atriz. Em "As Filhas do Fogo" ela é a sensual e intensa governanta que se envolve com o forasteiro vivido por Serafim Gonzales. Já em "O Prisioneiro do Sexo" ela é uma das protagonistas, terceira ponta do triângulo amoroso e sexual vivido por Sandrá Bréa e Roberto Maya, o garanhão Marcelo.

- “A Árvore dos Sexos” (1977), de Sílvio de Abreu;
- “O Escolhido de Iemanjá” (1978), de Jorge Duran;
- “As Filhas do Fogo” (1978), de Walter Hugo Khouri;
- “O Prisioneiro do Sexo” (1978), de Walter Hugo Khouri;
- “O Golpe mais Louco do Mundo” (1978), de Luciano Salce.



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