Atriz
intensa e talentosa, a carioca Maria Luísa Mendonça
é destaque no cinema – além da TV e do teatro – desde
os anos 1990.
Maria
Luísa Mendonça começou a carreira artística
no teatro – formou-se pela CAL, Casa de Artes de Laranjeiras e fez
curso no Tablado – e, desde então, atuou em espetáculos
importantes, como “Os Sete Afluentes do Rio Ota”, peça de cinco
horas de duração dirigida por Monique Gardenberg. Na
TV, estreou em novelas causando sensação como a hermafrodita
Buba, em “Renascer” (1993), de Benedito Ruy Barbosa – outro ótimo
momento foi como Letícia na minissérie “Engraçadinha”
(1995), adaptação televisiva do texto de Nelson Rodrigues.
No cinema, a atriz atua em “Quem Matou Pixote?” (1996), de José
Joffily, e arrebata em talento como Ana em “Coração
Iluminado”, co-produção França/Brasil/Argentina,
dirigida por Hector Babenco, em 1996.
Nos
anos 2000, Maria Luísa Mendonça vem intensificando sua
presença no cinema. Em 2002 é uma das protagonistas
de “As Três Marias”, dirigido por Aluísio Abranches.
No ano seguinte é Dalva no mega-sucesso “Carandiru”, em que
volta a trabalhar com Hector Babenco. Depois de anos afastado do cinema,
o cineasta Roberto Gervitz, de “Feliz Ano Velho” (1987), volta à
direção com “Jogo Subterrâneo”, e escala a atriz
para ser a protagonista feminina. Maria Luísa Mendonça
tem ótima atuação em participação
pequena, mas intensa, em “Quero” (2007), estréia em longas
do cineasta Carlos Cortez.
-
“Quem Matou Pixote?”, de José Jofilly;
- “Coração Iluminado” (1996), de Hector Babenco;
- “As Três Marias” (2002), de Aluísio Abranches;
- “Carandiru” (2003), de Hector Babenco;
- “Jogo Subterrâneo” (2005), de Roberto Gervitz;
- “Quero” (2007), de Carlos Cortez;
- “Magnata” (2007), de Johnny Araújo.
sala
indice arquivo
home