O
ano 2000 vêm revelando atrizes com grande repercussão
no cinema. E Maria Flor é uma delas.
Maria
Flor fez escola de teatro antes do sucesso nas telas e na televisão.
Na TV, a carreira começou em “Malhação”, em 1995,
programa juvenil das tardes da Globo. Mas o sucesso na telinha viria
mesmo em 2004 como a Tina de “Cabocla” segunda versão da novela
de Benedito Ruy Barbosa, adaptada pelas filhas do autor, Edmara e
Edilene Barbosa. A trajetória na TV segue em crescendo, com
a ótima participação em “Belíssima” (2006),
de Sílvio de Abreu, e como co-protagonista, ao lado de Malu
Mader, em “Eterna Magia” (2007), de Elizabeth Jhin. Maria Flor estreou
no cinema no interessante “Diabo a Quatro” (2004), estréia
em longas da cineasta Alice de Andrade, filha do mestre Joaquim Pedro
de Andrade. A atriz, que foi selecionada através de teste,
impressionou e seu trabalho na tela a projetou como uma boa promessa
cinematográfica.
Maria
Flor deu seqüência à carreira cinematográfica
atuando em mais dois filmes em 2004: como Juliana teve papel de destaque
em “Quase Dois Irmãos”, de Lúcia Murat; e fez participação
em “Cazuza – O Tempo Não Pára”, de Sandra Werneck e
Walter Carvalho. 2007 é mais um ano importante para a atriz
no cinema. Maria Flor é uma dos protagonistas de “Proibido
Proibir”, de Jorge Duran, e está em “Podecrer!”, de Arthur
Fontes, e em “Chega de Saudade”, filme de Laís Bodanzki premiado
no Festival de Brasília.
-
“Diabo a Quatro” (2004), de Alice de Andrade;
- “Quase Dois Irmãos” (2004), de Lúcia Murat;
- “Cazuza – O Tempo não Pára” (2004), de Sandra Werneck;
- “Proibido Proibir” (2007), de Jorge Duran;
- “Podecrer!” (2007), de Arthur Fontes;
- “Chega de Saudade” (2007), de Laís Bodanzky.
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