Mulheres do Cinema Brasileiro - Ano 3
Um mapeamento das mulheres que fizeram
e fazem a história do Cinema Nacional

ATRIZES
Sala Isabel Ribeiro

DIRETORAS
Sala Ana Carolina

POR TRÁS DAS CÂMERAS
Sala Betty Faria
ENTREVISTAS
Sala Dina Sfat
ELAS POR ELES
Sala Lilian Lemmertz
CRÍTICAS
Sala Adriana Prieto

Sala Zezé Macedo
Datas

Arquivo Geral
Referências
O Site
Comentários
Contato

 

 

MARIA FLOR
31 de agosto de 1983 *Rio de Janeiro, RJ

Foto: com Caio Blat e Alexandre Rodrigues em cena de "Proibido Proibir" (2007),
de Jorge Duran

O ano 2000 vêm revelando atrizes com grande repercussão no cinema. E Maria Flor é uma delas.

Maria Flor fez escola de teatro antes do sucesso nas telas e na televisão. Na TV, a carreira começou em “Malhação”, em 1995, programa juvenil das tardes da Globo. Mas o sucesso na telinha viria mesmo em 2004 como a Tina de “Cabocla” segunda versão da novela de Benedito Ruy Barbosa, adaptada pelas filhas do autor, Edmara e Edilene Barbosa. A trajetória na TV segue em crescendo, com a ótima participação em “Belíssima” (2006), de Sílvio de Abreu, e como co-protagonista, ao lado de Malu Mader, em “Eterna Magia” (2007), de Elizabeth Jhin. Maria Flor estreou no cinema no interessante “Diabo a Quatro” (2004), estréia em longas da cineasta Alice de Andrade, filha do mestre Joaquim Pedro de Andrade. A atriz, que foi selecionada através de teste, impressionou e seu trabalho na tela a projetou como uma boa promessa cinematográfica.

Maria Flor deu seqüência à carreira cinematográfica atuando em mais dois filmes em 2004: como Juliana teve papel de destaque em “Quase Dois Irmãos”, de Lúcia Murat; e fez participação em “Cazuza – O Tempo Não Pára”, de Sandra Werneck e Walter Carvalho. 2007 é mais um ano importante para a atriz no cinema. Maria Flor é uma dos protagonistas de “Proibido Proibir”, de Jorge Duran, e está em “Podecrer!”, de Arthur Fontes, e em “Chega de Saudade”, filme de Laís Bodanzki premiado no Festival de Brasília.

- “Diabo a Quatro” (2004), de Alice de Andrade;
- “Quase Dois Irmãos” (2004), de Lúcia Murat;
- “Cazuza – O Tempo não Pára” (2004), de Sandra Werneck;
- “Proibido Proibir” (2007), de Jorge Duran;
- “Podecrer!” (2007), de Arthur Fontes;
- “Chega de Saudade” (2007), de Laís Bodanzky.




sala indice arquivo home