Mulheres do Cinema Brasileiro - Ano 3
Um mapeamento das mulheres que fizeram
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174 – MARIA CEIÇA
18 de outubro* Rio de Janeiro, RJ

Foto: Maria Ceiça (de casaco) ao lado de Ruth de Souza (ao centro) e Danielle Ornellas
em cena de `Filhas do Vento´ (2004), de Joel Zito Araújo

As co-produções são caminhos mais que bem-vindos para o cinema. Soma-se em recursos e também em experiências e novas formas do olhar. Na história do Cinema Brasileiro foram várias as co-produções, e dos anos 90 para cá, a bela e talentosa Maria Ceiça vem atuando em algumas delas. 

Maria Ceiça começou sua carreira artística pelo teatro. Nos final dos anos 80 estréia  na Globo em `Pacto de Sangue´, novela marco para a comunidade negra. A atriz entra os anos 90 atuando em mais três trabalhos importantes: a Tuquinha de `Felicidade´; a Engrácia de `Fera Ferida´; e a Márcia de `Por Amor´. No cinema, Maria Ceiça estréia em `Carlota Joaquina – Princesa do Brasil´, o grande sucesso de Carla Camurati que lotou os cinemas brasileiros. Em 1997, a atriz atua em `O Testamento do Senhor Napomuceno´, uma co-produção Portugal/Brasil/Cabo Verde/França e Bélgica. Ainda nos anos 90 participa de mais dois filmes importantes: ´Cruz e Souza – O Poeta do Desterro´, de Sylvio Back, e `Orfeu´, de Carlos Diegues. 

Nos anos 2000 Maria Ceiça acrescenta outros trabalhos importantes em seu currículo cinematográfico.  A atriz está no elenco de ´Filhas do Vento´, premiado filme de Joel Zito Araújo, que reúne um elenco estelar, como Ruth de Souza e Lea Garcia. Estreita laços com a produção cinematográfica africana e atua em `O Herói´, de Zezé Gamboa, uma co-produção Angola/França/Portugal, além de participar de ´My Father, Rua Alguém, 5555´, uma co-produção Itália/Brasil e Hungria, dirigida por Egidio Eronico.


- ´Carlota Joaquina – Princesa do Brasil´ (1994), de Carla Camurati;

- `Padre Mestre´ (1996), curta de Ney Costa Santos;
- ‘O Testamento do Senhor Napomuceno´ (1997), de Francisco Manso;
- `Cruz e Souza – O Poeta do Desterro´ (1998), de Sylvio Back;
- ‘Orfeu´ (1999), de Carlos Diegues;
- ‘Aleijadinho – Paixão, Glória e Suplício´ (2003), de Geraldo Santos Pereira;
- `Filhas do Vento´ (2004), de Joel Zito Araújo;
- ‘My Father, Rua Alguém 5555 (2003), de Egidio Eronico.

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