Mulheres do Cinema Brasileiro - Ano 3
Um mapeamento das mulheres que fizeram
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MARACY MELLO

Foto: com Egidio Éccio

Maracy Mello começou sua carreira no cinema em 1961, onde mantém carreira contínua nas décadas de 1960 e 70, e com trabalhos esporádicos nos anos 1980 e 1990.

Maracy Mello estreou no cinema em 1961, dando início a uma trajetória marcante nas telas. O início é marcado pela co-produção Brasil/México, “O Fugitivo da Noite”, dirigido por Antonio Orellana, e pelo sucesso “Tristeza do Jeca”, dirigido por Amacio Mazzaropi. Na televisão, atua em novelas como “O Tempo e o Vento”, de Teixeira Filho, na Excelsior, como a índia da fonte. A atriz desenvolve carreira importante também no teatro, em peças como “O Avarento”, de Moliére, e” A Ratoeira”, de Agatha Christie. No cinema, em 1967, faz par romântico com o ator e diretor Egidio Eccio no filme “A Vida quis Assim”, dirigido por Edward Freud. Os dois ficam casados até a morte de Eccio, em 1977.

Maracy Mello tem mais de vinte filmes no currículo, com atuações marcantes em filmes como “O Matador”, de Amaro César e Egidio Eccio; “Corisco, O Diabo Loiro”, em que faz Maria Bonita, dirigido por Carlos Coimbra; “O Sexualista”, de Egidio Éccio; o cult “Lílian M – Relatório Confidencial”, de Carlos Reichenbach; além de outros dirigidos por cineastas como Ary Fernandes – nas séries “O Vigilante” e “Águias de Fogo”, Fauzi Mansur, Tony Vieira e Jean Garret. Em 1979 inicia parceria com o cineasta Denoy de Oliveira, no filme J.J.J, o Amigo do Super-Homem”, atuando em mais três filmes importantes do cineasta: “Sete Dias de Agonia – O Encalhe” (1982), “O Baiano Fantasma” (1984) – também na produção, e “A Grande Noitada” (1997) – também na produção executiva.

- “O Fugitivo da Noite” (1961), de Antonio Orellana;
- “Tristeza do Jeca” (1961), de Amácio Mazzaropi;
- “O Vigilante e os Cinco Valentes” (1964), de Ary Fernandes;
- “A Vida quis Assim” (1967), de Edward Freund;
- “Maré Alta” (1968), de Carlos Eugênio Coutin;
- “O Matador” (1968), de Amaro César e Egidio Éccio;
- “Enquanto Houver Uma Esperança” (1968), de Edward Freund;
- “Corisco, O Diabo Loiro” (1969), de Carlos Coimbra;
- “Dois Mil Anos de Confusão” (1969), de Fauzi Mansur;
- “Marcados Para o Perigo” (1970), de Ary Fernandes;
- “Elas” (1970), de José Roberto Noronha;
- “O Exorcista de Mulheres” (1974), de Tony Vieira;
- “A Filha do Padre” (1975), de Tony Vieira;
- “O Sexualista” (1975), de Egidio Eccio;
- “Lílian M – Relatório Confidencial” (1975), de Carlos Reichenbach;
- “Fruto Proibido” (1976), de Egídio Eccio;
- “Noite em Chamas” (1977), de Jean Garret;
- “J.J.J., O Amigo do Super-Homem” (1978), de Denoy de Oliveira;
- “Os Três Boiadeiros” (1979), de Waldir Kopesky;
- “Sete Dias de Agonia – O Encalhe” (1982), de Denoy de Oliveira;
- “O Baiano Fantasma” (1984), de Denoy de Oliveira;
- “A Grande Noitada” (1997), de Denoy de Oliveira.



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