Mulheres do Cinema Brasileiro - Ano 3
Um mapeamento das mulheres que fizeram
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071 – LU MARIVAL
13 de dezembro de 1913, *São Paulo, SP


Foto: cena de "Ganga Bruta" (1933), de Humberto Mauro


Além da importância histórica como o primeiro estúdio de cinema de grande porte no Brasil dos anos 30, a Cinédia, do produtor, cineasta e jornalista Adhemar Gonzaga, também a frente da célebre Revista Cinearte, revelou e consagrou estrelas. Uma delas foi Lu Marival.

Filha de cantora lírica, Lu Marival começa a atuar no teatro amador, vai para a Europa onde fica um ano, e se integra também à música como virtuose no piano. Na década de 30, Adhemar Gonzaga cria a Cinédia, um projeto ambicioso que procurava produzir filmes de apelo popular sem abrir mão da qualidade técnica. E é na Cinédia que Lu Marival estréia no Cinema Nacional, no clássico “Ganga Bruta”, do genial Humberto Mauro. No mesmo ano, a atriz participa de “A Voz do Carnaval”, de Gonzaga.

Lu Marival atua em mais dois filmes nos anos 30: o primeiro, `Samba da Vida”, dirigido pelo lendário Luiz de Barros, o Lulu,; já no segundo, pelas mãos do popular Mesquitinha, em `Bombonzinho”. `O Brasileiro João de Souza’, de Bob Chust, marca sua despedida das telas em 1943.


- `Ganga Bruta” (1933), de Humberto Mauro;
- `A Voz do Carnaval’ (1933), de Adhemar Gonzaga;
- `Samba da Vida” (1937), de Luiz de Barros;
- `Bombonzinho” (1938), de Mesquitinha;
- `O Brasileiro João de Souza” (1943), de Bob Chust

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