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Foto:
com Modesto de Souza em cena de "Falta Alguém no Manicômio"
(1948), Com carreira importante no teatro, a gaúcha
Luiza Barreto Leite levou sua arte também para o cinema, onde atuou em mais de
uma dezena de filmes nas décadas de 40 e 50. Nascida em Santa Maria, Rio Grande do
Sul, Luiza Barreto Leite é uma grande Dama do Tatro e faz parte de uma
importante família das artes cênicas – é irmã da atriz Maria Barreto Leite
e tia da também atriz e cantora Mariana de Moraes. Luíza Barreto Leite tem
grandiosa carreira nos palcos - foi uma das fundadoras do histórico grupo “Os
Comediantes”. Fez carreira também no rádio, onde foi diretora de radioteatro
da Rádio Mec. Luíza Barreto Leite estréia no cinema em 1946, atuando em dois
filmes de Moacyr Fenelon, “Sob a Luz de Meu Bairro” e “Fantasmas por
Acaso”. E é na década de 40 que
vai marcar presença continua nas telas do cinema, com filmes importantes no
currículo e dirigidos por grandes mestres como José Carlos Burle e Fernando de
Barros. Com Burle, atua em “Luz dos Meus Olhos” e “Falta Alguém no Manicômio”;
já com Barros, atua em “Caminhos do Sul. Outro filme importante em que
participa, apesar do fracasso na época, é “Inconfidência Mineira”, o
projeto da vida da atriz, produtora e diretora Carmen Santos. Luiza Barreto Leite transita por
diferentes estúdios, como a Brasil Vita Filmes de Carmen Santos, a Cinédia, no
qual atua em “Mãe” de Teófillo de Barros Filho, e na Atlântida, onde
rodou a maior parte de seus filmes. Na Atlântida foi dirigida por Moacyr
Fenelon, Edmond, Watson Macedo e J.
B. Tanko. - “Sob a Luz do Meu Bairro” (1946),
de Moacyr Fenelon; |
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