|
|
|
|
|
|
|
Foto:
cena de "Vida de Menina" (2005), de Helena Solberg Em 1995, o filme “Carlota Joaquina
– Pryncesa do Brasil” levou milhares de pessoas ao cinema e marcou a
estréia na direção em longas de Carla Camurati. E entre tantas atrações do
filme, uma menina encantou a todos com o seu talento. Seu nome: Ludmila
Dayer. Nascida no Rio de Janeiro, Ludmila
Dayer começou cedo a carreira – tinha apenas 10 anos quando começou a filmar
“Carlota Joaquina – Pryncesa do Brasil”. No filme, ela interpreta Carlota
Joaquina de forma admirável, fazendo uma ponte inesquecível para a personagem
adulta, interpretada por Marieta Severo. Não só o público adorou sua
performance, como também os críticos, e Ludmila Dayer acabou levando para casa
o prêmio de Atriz Revelação pela APCA – Associação Paulista de Críticos
de Arte. Dirigida por Walter Avancini, a atriz participou da novela “Xica da
Silva” (1996), mas foi como Joana em “Malhação” – “Malhação
– Múltipla Escolha” (2000) - que ficou conhecida pelo grande público.
Ainda na década de 90, Ludmila Dayer volta a surpreender público e crítica
com mais um trabalho arrebatador no cinema como a perigosa ninfeta Alice no
episódio “Diabólica”, dirigido por Cláudio Torres, do filme “Traição”
– os outros diretores do longa são José Henrique Fonseca e Arthur
Fontes. Ludmila Dayer entra os anos 2000 com
trabalhos importantes na televisão e no cinema. Na telinha, faz sucesso como
Ninfa Bebê em “Senhora do Destino” (2004). Já no cinema, protagoniza o
belo e premiado filme de Helena Solberg, “Vida de Menina”, uma adaptação
dos diários de Helena Morley, obra confessional sobre a vida de uma garota na
Diamantina do final do século XIX e que encantou escritores como Rubem Braga,
Carlos Drummond de Andrade e Elisabeth Bishop. Ludmila Dayer é alma do filme e
encarna a personagem com luminosidade e frescor, reafirmando seu talento com uma
das melhores revelações do cinema brasileiro atual. - “Carlota Joaquina – Pryncesa do Brasil” (1995), de
Carla Camurati; |
|