Mulheres do Cinema Brasileiro - Ano 3
Um mapeamento das mulheres que fizeram
e fazem a história do Cinema Nacional

ATRIZES
Sala Isabel Ribeiro

DIRETORAS
Sala Ana Carolina

POR TRÁS DAS CÂMERAS
Sala Betty Faria
ENTREVISTAS
Sala Dina Sfat
ELAS POR ELES
Sala Lilian Lemmertz
CRÍTICAS
Sala Adriana Prieto

Sala Zezé Macedo
Datas

Arquivo Geral
Referências
O Site
Comentários
Contato


 

MARIETA SEVERO por LÚCIO MAURO FILHO


Marieta, por tudo, afinidade, profunda admiração.

Quando eu recebi o telefonema dizendo que eu tinha passado no teste para “A Grande Família”, uma das grandes chapações que me deram na cabeça foi: “Caraca, eu vou fazer um filho da Marieta”.

Eu sempre fui tão fã do trabalho da Marieta, no cinema, no teatro e na televisão, que, com certeza, quando se fala em uma mulher do audiovisual a Marieta rapidamente me vem à cabeça.

Tem vários momentos dela no cinema, mas tem um filme muito bacana pelo projeto todo. Todo filme da Marieta é especial porque ela é uma grande atriz, mas o “A Dona da História” tem um gosto especial porque é um projeto que vem do teatro e que mostra a versatilidade de um artista em diferentes veículos. Você fazer uma peça, ser um sucesso estrondoso, e, 10 anos depois, você voltar a fazer aquele mesmo personagem no cinema com a competência que é feito pela Marieta é um exemplo claro de uma atriz que está sempre evoluindo.

A Marieta já está em um momento da carreira dela em que o ator pode, de repente, se dar ao luxo de dar uma descansada. Ela não dá, ela não pára, ela construiu um teatro, ela montou a peça agora com a Andréa (Beltrão).

Talvez o trabalho que eu tenha mais me emocionado com a Marieta tenha sido o “Cazuza”, porque é impressionante aonde ela chegou. Porque é muito difícil você fazer um personagem que ainda está vivo, como é o caso da Lucinha. E um personagem tão forte como é a Lucinha Araújo.

 Realmente, eu vou ficar aqui chovendo no molhado horas por que é uma grande paixão, é uma grande atriz, e eu tenho um orgulho danado de poder ter tido essa oportunidade de trabalhar com ela.

 

Filho do grande comediante Lúcio Mauro, Lúcio Mauro Filho herdou o talento
cômico do pai. Consagrado pelo público com o personagem gay Alfredinho,
de "Zorra Total", atuou em outras programas humorísticos como "Sexo Frágil"
e o atual "A Grande Família". Estreou no cinema em "Xuxa Abracadabra" (2003),
de Moacyr Góes, e participou dos filmes "O Coronel e o Lobisomem" (2005),
 de Maurício Farias, e em "1972" (2005), de J. Emílio Rondeau.

sala indice arquivo home