Mulheres do Cinema Brasileiro - Ano 3
Um mapeamento das mulheres que fizeram
e fazem a história do Cinema Nacional

ATRIZES
Sala Isabel Ribeiro

DIRETORAS
Sala Ana Carolina

POR TRÁS DAS CÂMERAS
Sala Betty Faria
ENTREVISTAS
Sala Dina Sfat
ELAS POR ELES
Sala Lilian Lemmertz
CRÍTICAS
Sala Adriana Prieto

Sala Zezé Macedo
Datas

Arquivo Geral
Referências
O Site
Comentários
Contato




086 – LOUISE CARDOSO
17 de abril de 1954, *Rio de Janeiro, RJ

Foto: com Eduardo Machado em cena de "O Seminarista" (1977), de Geraldo Santos Pereira



Com carreira ininterrupta na televisão, no teatro e no cinema, Louise Cardoso tem presença marcante nos três veículos, onde participou, respectivamente, de novelas e seriados, montagens e filmes importantes.

Louise Cardoso começou sua carreira no teatro, onde passou pelas mãos do mestre Ziembinski e pelo Tablado de Maria Clara Machado – sendo, inclusive, professora da escola. A atriz estréia no cinema em 1976, no filme `Marcados para Viver`, de Maria do Rosário, mas chama a atenção mesmo é no filme seguinte, `O Seminarista´, vivendo a doce Margarida. Faz seu `debut´ em novelas só no ano seguinte, em `Gina´, na Rede Globo, onde tem seu maior momento na telinha ao integrar a trupe do anárquico e genial `TV Pirata`. No cinema, Louise Cardoso tem momentos marcantes nos anos seguintes, como em `Se Segura Malandro`, ´Cabaret Mineiro´, `O Sonho não Acabou` e fazendo a mocinha em filmes dos Trapalhões.

O auge de Louise Cardoso se dá na década de 80, quando por dois anos consecutivos vence o Festival de Brasília como Melhor Atriz com os filmes `Baixo Gávea´ e `Leila Diniz`. O primeiro (um dos meus filmes prediletos) é uma perfeita radiografia dos jovens dos anos 80 e tem um dos finais mais bem construídos do cinema nacional – vale ressaltar a dobradinha com estupenda Lucélia Santos nesse filme. No segundo, compõe com presença luminosa a biografia da inesquecível Leila. Em 97, integra a galeria especial de Júlio Bressane ao participar do belo `Miramar`.

 -`Marcados Para Viver` (1976), de Maria do Rosário;
- `O Seminarista` (1977), de Geraldo Santos Pereira;
- `Gente Fina é Outra Coisa’ (1977), de Antônio Calmon;
- `Se Segura Malandro` (1978), de Hugo Carvana;
- `Teu Tua` (1979), de Domingos de Oliveira;
- `O Coronel e o Lobisomem’ (1979), de Alcino Diniz;

- `Parceiros da Aventura’ (1980), de José Medeiros;

- `Cabaret Mineiro` (1980), de Carlos Alberto Prates Corrêa;
- `Os Vagabundos Trapalhões` (1982), de J.B. Tanko;
- `Os Trapalhões na Serra Pelada` (1982), de J.B. Tanko;
- `O Sonho não Acabou` (1982), de Sérgio Rezende;
- `A Próxima Vítima’ (1983), de Jorge Batista Andrade;
- `Bar Esperança, o último que fecha` (1983), de Hugo Carvana;
- `Urubus e Papagaios’ (1985), de José Joffily;
- `Baixo Gávea` (1986), de Haroldo Marinho Barbosa;
- `Leila Diniz` (1987), de Luiz Carlos Lacerda;
- `Sonhos de Menina Moça` (1987), de Teresa Trautman;
- `Matou a Família e foi ao Cinema` (1991), de Neville de Almeida;
- `Miramar` (1997), de Júlio Bressane;
- `For All, o Trampolim da Vitória` (1997), de Buza Ferraz e Luiz Carlos Lacerda;
- `Capacabana` (2001), de Carla Camuratti.

- `Viva Sapato’ (2002), de Luiz Carlos Lacerda;

- `Apolônio Brasil, Campeão da Alegria’ (2003), de Hugo Carvana

sala   indice arquivo   Home