Sucesso
como Bebel no seriado de TV “A Grande Família”, Guta Stresser
é premiada atriz de teatro e vem construindo expressiva carreira
no cinema.
Guta
Stresser começou a carreira no teatro, espaço em que
vai atuar em peças de destaque, como “O Casamento” – prêmio
Shell de Melhor Atriz, “Tudo no Time”, “Mais Uma Vez Amor” – sua interpretação
em “Mais Perto”, dirigida por Hector Babenco, é inesquecível.
No cinema, estréia nos curtas “Bar Babel” (1998), de Antonio
Augusto Freitas, e “O Esôfago da Mesopotâmia” (1998),
de Isaac Chueke. A estréia em longas se dá em 2001 em
“Bellini e a Esfinge”, de Roberto Santucci, seguido de “A Partilha”,
de Daniel Filho, em que faz a namorada da personagem de Paloma Duarte.
No mesmo ano, estréia na televisão no seriado cult “A
Grande Família”, como Bebel, pelo qual fica conhecida nacionalmente.
Em 2004, o cineasta Heitor Dhalia estréia em longas com o filme
“Nina” e escolhe a atriz para ser a protagonista – em entrevista
ao Mulheres, Guta diz que o diretor apaixonou por sua atuação
na peça “Mais Perto”.
Guta
Stresser dá seqüência à carreira cinematográfica
e atua em “Redentor” (2004), de Cláudio Torres; e em “A Grande
Família – O Filme” (2007), dirigido por Maurício Farias,
adaptação cinematográfica de sucesso do seriado
da TV. Em curtas, a atriz atuou também em “Do tempo que eu
comia pipoca” (2001), de Catherine Agniez e Heloísa Passos,
e em “Balada das duas mocinhas de Botafogo” (2006), de João
Caetano e Fernando Valle.
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“Bar Babel” (1998), curta de Antonio Augusto Freitas;
- “O Esôfago da Mesopotâmia” (1998), de Isaac Chueke;
- “Bellini e a Esfinge” (2001), de Roberto Santucci;
- “A Partilha” (2001), de Daniel Filho;
- “Do Tempo que eu comia pipoca” (2001), curta de Catherine Agniez
e Heloísa Passos;
- “Nina” (2004), de Heitor Dhalia;
- “O Redentor” (2004), de Cláudio Torres;
- “Balada das duas mocinhas de Botafogo” (2006), curta de João
Caetano e Fernando Valle;
- A Grande Família – O Filme” (2007), de Maurício Farias.
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