Mulheres do Cinema Brasileiro - Ano 3
Um mapeamento das mulheres que fizeram
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GRAZIELLA MORETTO
15 de março de 1972 *Santos, SP

Foto: cena de "Viva Voz" (2004),
de Paulo Morelli

Revelação no humor dos anos 2000, Graziella Moretto é atriz e comediante de talento na televisão, no teatro e no cinema. Neste último, começou como atração em filmes da O2 produções.

Graziella Morreto começou a carreira no teatro, incentivada pelo pai, ator amador – faz cursos de teatro nos anos 1990 na ECA e na EAD, além do Actor´s Center, em Nova York, onde ficou mais de três anos. Nos palcos, atua, com sucesso, no “Terça Insana”, e em peças como “Os Sete Afluentes do Rio Ota”, de Monique Gardenberg. No início de sua trajetória artística fez muitos comerciais, sobretudo na O2 Produções de Fernando Meirelles, o que lhe valeu o convite para o teste em “Domésticas – O Filme”, dirigido por Meirelles e Nando Olival em 2001 – antes, fez uma participação em “Supercolosso – O Filme” (1995), de Luiz Ferré. Adaptado da peça de Renata Mello, “Domésticas – O Filme” projetou seu nome com revelação no humor. Na TV, estreou na minissérie “Aquarela do Brasil” (2000) de Lauro César Muniz, seguido de trabalhos em novelas como “Da Cor do Pecado” (2004), de João Emanuel Carneiro, e no seriado “Os Normais” (2002). A atriz participou do seriado “Ilha-Rá-Tim-Bum” (2002), como Hipácia, personagem que também interpretou no longa “O Martelo de Volcano” (2003), de Eliana Fonseca.

Em seus primeiros filmes, a atriz marcou presença nos filmes da O2, o mega-sucesso “Cidade de Deus”, de Fernando Meirelles, e “Viva Voz”, de Paulo Morelli são os outros trabalhos da produtora. Em 2007, dá seqüência às atuações no cinema marcando presença em dois filmes aplaudidos pela crítica: “Não Por Acaso”, estréia de Philippe Barcinski em longas; e em “O Signo da Cidade”, de Carlos Alberto Ricelli.

- “Supercolosso – O Filme” (1995), de Luiz Ferre;
- “Domésticas – O Filme” (2001), de Fernando Meirelles e Nando Olival;
- “Cidade de Deus” (2002), de Fernando Meirelles;
- “O Martelo de Volcano” (2003), de Eliana Fonseca;
- “Viva Voz” (2004), de Paulo Morelli;
- “Não Por Acaso” (2007), de Philippe Barcinski;
- “O Signo da Cidade” (2007), de Carlos Alberto Ricelli.




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