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Gilda de Abreu
Se nos anos 20, 30 e 40, Carmen Santos foi o nome
feminino mais importante no cinema brasileiro, a metade dos anos 30 revelou
Gilda de Abreu, que conquista seu lugar com seu múltiplo talento. Ela
inicia então uma trajetória de sucesso como cantora lírica, empresária,
atriz, roteirista e diretora. Gilda de Abreu estreou no cinema como atriz em 1936 no filme `Bonequinha de Seda`, de Oduvaldo Vianna, em papel destinado inicialmente para Carmen Miranda. O filme foi um sucesso, consagrando a atriz para o grande público. Depois de ótimos resultados adaptando as músicas do marido para o teatro, Gilda de Abreu leva ´O Ébrio´ para o cinema, quando estréia como diretora, e realiza um dos maiores sucessos do cinema nacional. "O Ébrio" conquista multidões, que fazem filas em cinemas espalhados por todo o país.
Outras
incursões no cinema foram o roteiro de `Chico Viola não morreu´- biografia do
cantor Francisco Alves, e a direção e roteiro do curta `Canção de Amor´, em
homenagem ao marido. Gilda
de Abreu foi uma das mulheres essenciais do Cinema Brasileiro. Faleceu em 4 de
junho de 1979 |
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