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Foto:
cena de "As Alegres Comadres" (2003), Jornalista, poeta, cantora e atriz,
Elisa Lucinda vem marcando também presença no cinema nacional desde o final
dos anos 80, com atuações em filmes de Sérgio Bianchi, Murilo Salles e Ana
Carolina. Nascida em Vitória, Espírito Santo,
Elisa Lucinda radicou-se no Rio de Janeiro desde meados do anos 80. Jornalista
formada, Elisa Lucinda se lançou à carreira de atriz nos palcos cariocas,
sendo dirigida, entre outros, por Domingos de Oliveira. Artista de múltiplos
talentos, é também cantora e poeta de repercussão nacional – suas apresentações
em formato de saraus poéticos fizeram muito sucesso na cena carioca. Entre seus
livros estão “O Semelhante” e “Eu te amo e suas Estréias”. Elisa
Lucinda estreou em novelas em 1989, em “Kananga do Japão”, belo trabalho de
Wilson Aguiar Filho, dirigido por Tizuka Yamasaki na extinta TV Manchete. De lá
para cá, atuou em mais alguns títulos, com maior projeção em “Mulheres
Apaixonadas” (2003), de Manoel Carlos, como a cantora Pérola. A atriz estréia
em longas-metragens em 1990 no
filme “Barrela: Escola de Crimes”, uma adaptação do texto de Plínio
Marcos, dirigida por Marco Antonio Cury. Antes, atua no curta `Referência´, de
Ricardo Bravo, em 1988. Elisa Lucinda continua atuando no
cinema na década de 90 em mais dois importantes filmes: “A Causa Secreta”,
do polêmico e autoral Sérgio Bianchi; e em “O Testamento do Senhor
Napumoceno”, importante co-produção Brasil/Portugal/Cabo Verde/França e Bélgica,
dirigida por Francisco Manso. A atriz dá prosseguimento ao trabalho no cinema
dos anos 2000, atuando em quatro filmes. Entre eles, como uma das protagonistas
em “As Alegres Comadres”, de Leila Hipólito; e no belo “Gregório de Mattos”, de Ana Carolina. - `Referência´ (1988), curta de
Ricardo Bravo.
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