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ELISABETH HARTMANN
23 de dezembro de 1941, *Porto Alegre - RS
Foto:
Elisabeth Hartman (de vestido escuro) com Edgar Franco, Carlos Garcia,
Marina Freire e Marly Marley em cena de "O Puritano da Rua Augusta"
(1965),
de Amácio Mazzaropi
Veterana
da televisão e do teatro, Elisabeth Hartmann brilhou no cinema
em mais de duas dezenas de filmes, nos anos de 1960 a 80.
Elisabeth
Hartmann se formou em arte dramática na UFRS, nos anos 1960
– depois de atuar em peças em Porto Alegre, muda-se para São
Paulo na mesma década. Em solo paulista, trabalha como manequim
e constrói carreira importante no teatro - com atuações
nas companhias de Cacilda Becker, Nídia Lícia e Ruth
Escobar; em novelas na TV Tupi; e no cinema paulista, em várias
produções da Boca do Lixo. Elizabeth Hartmann estréia
em novelas em “A Outra”, de Walter George Durst, dirigida por Geraldo
Vietri - também novelista e que vai escalar a atriz para várias
de suas produções. Dentre os destaques na TV estão
a Gertrude de “Meu Rico Português” (1975 – Geraldo Vietri),
e, sobretudo, a madrasta Catarina na deliciosa e anárquica
novela “Cinderela 77” (1977 – Walter Negrão e Chico de Assis).
A atriz estréia no cinema em “A Ilha” (1963), do mestre Walter
Hugo Khouri.
No
início da carreira cinematográfica, Elisabeth Hartmann
começa uma série de atuações em filmes
de Mazzaroppi – o primeiro é “O Puritano da Rua Augusta” (1965).
A atriz marca presença também em várias produções
da Boca do Lixo, em filmes de grandes diretores da Boca, como Ody
Fraga, Fauzi Mansur e Jean Garret. Um dos de seus destaques como atriz
é em “Herança dos Devassos” (1979), de Alfredo Sternheim.
-
“A Ilha” (1963), de Walter Hugo Khouri;
- “O Puritano da Rua Augusta” (1965), de Amacio Mazzaropi;
- “O Jeca e a Freira” (1968), de Amacio Mazzaropi;
- “No Paraíso das Solteironas” (1969), de Amácio Mazzaropi;
- “Uma Pistola para Djeca” (1969), de Ary Fernandes;
- “Diabólicos Herdeiros” (1971), de Geraldo Vietri;
- “Os Garotos Virgens de Ipanema” (1973), de Oswaldo de Oliveira;
- “Portugal... Minha Saudade” (1974), de Amacio Mazzaropi;
- “Macho e Fêmea” (1974), de Ody Fraga;
- “A Noite das Fêmeas” (1976), de Fauzi Mansur;
- “Senhora” (1976), de Geraldo Vietri;
- “Jecão, um Fofoqueiro no Céu” (1977), de Amacio Mazzaropi
e Pio Zamuner;
- “Internato de Meninas Virgens” (1977), de Oswaldo de Oliveira;
- “Mulher Desejada” (1978), de Alfredo Sternheim;
- “O Jeca e seu Filho Preto” (1978), de Berilo Faccio e Pio Zamuner;
- “A Força dos Sentidos” (1978), de Jean Garret;
- “Os Imorais” (1979), de Geraldo Vietri;
- “Herança dos Devassos” (1979), de Alfredo Sternheim;
- “Palácio de Vênus” (1980), de Ody Fraga;
- “Os Rapazes da Difícil Vida Fácil” (1981), de José
Miziara;
- “Amélia, Mulher de Verdade” (1981), de Deni Cavalcanti;
- “Sacanagem” (1981), de Alfredo Sternheim e José Vedovato
- “Curral de Mulheres” (1982), de Oswaldo de Oliveira.
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