Atriz
de reconhecido talento na televisão, Eliane Giardini tem carreira
importante no teatro e algumas participações no cinema.
Durante
muitos anos, Eliane Giardini ficou conhecida apenas como a atriz que
era esposa do ator Paulo Betti – com quem ficou casada durante 25
anos. O que era um equívoco e uma injustiça, pois mesmo
nas novelas de pouca repercussão no SBT via-se ali uma grande
atriz – sua Hilda em “Vida Roubada”, em 1983, como antagonista da
personagem de Susy Camacho foi um momento luminoso. Mas a consagração
só veio mesmo dez anos depois na Globo, como a dona Patroa
em “Renascer” (1993), de Benedito Ruy Barbosa – outras personagens
famosas foram a Nazira de “O Clone” (2001), e a viúva Neuta
de “América” (2005), ambas de Glória Perez. Com formação
na Escola de Teatro na USP, Eliane Giardini tem importante carreira
nos palcos – “Querida Mamãe” e “Tarsila” são ótimos
momentos. No cinema tem feito pequenas, mas expressivas participações.
Eliane
Giardini tem no currículo filmes dirigidos por dois grandes
cineastas revelados em longas nos anos 1980: Ugo Giorgetti e Suzana
Amaral. Com Giorgetti atuou em “Jogo Duro” (1985). Já com Suzana
Amaral atuou no segundo longa da diretora, “Uma Vida em Segredo” (2001).
No filme ela é Constança, tia da protagonista Biela,
interpretada por Sabrina Greve. Outro bom momento é a participação
em “Olga” (2004), como mãe de Olga Benário, interpretada
por Camila Morgado.
-
“O Salário da Morte” (1971), de Linduarte Noronha;
- “Jogo Duro” (1985), de Ugo Giorgetti;
- “Uma Vida em Segredo” (2001), de Suzana Amaral;
- “Histórias do Olhar” (2002), de Isa Albuquerque;
- “Olga” (2004), de Jayme Monjardim.
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