Mulheres do Cinema Brasileiro - Ano 3
Um mapeamento das mulheres que fizeram
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DIRCE MIGLIACCIO
30 de setembro de 1933 *São Paulo - SP

Foto: cena de "Sem Controle" (2007)
de Cris D´Amato

Dirce Migliaccio é muito popular na televisão, sobretudo por causa da Emília, em O Sítio do Picapau Amarelo, e das Irmãs Cajazeira, em o Bem Amado. Mas a atriz tem carreira longa também no cinema.

Dirce Migliaccio começou a carreira nos palcos, em 1958, com a peça “Eles Não Usam Black-Tie”. Irmã do ator e diretor Flávio Migliaccio, estreou no cinema em 1962, em filme dirigido pelo irmão, "Os Mendigos". O filme seguinte é um clássico, “Assalto ao Trem Pagador” (1962), de Roberto Farias. Ainda nessa década, atua no filme “Pluft, O Fantasminha”, dirigido por Romain Lesage – esse personagem infantil criado por Maria Clara Machado é adaptado para a televisão e Dirce Migliaccio começa uma carreira de sucesso na Rede Globo, em que tem grandes momentos, como a Emília e a Judicéa Cajazeira – antes, atuara em novelas na Tupi, como “Nino, O Italianinho” (1969) e “A Fábrica” (1971).

Dirce Migliaccio atua em vários filmes nos anos 1970, volta a ser dirigida pelo irmão em “O Caçador de Fantasma” (1975), atua em apenas um filme nos anos 1980 – “Baixo Gávea” (1986), de Haroldo Marinho Barbosa, como mãe da personagem Lucélia Santos; e outro nos anos 1990 – “Simão, O Fantasma Trapalhão”, de Paulo Aragão, com Renato Aragão. A atriz entra os anos 2000 em ótimo e premiado curta de Gisella de Mello, “Célia & Rosita”, em que protagoniza ao lado da grande Cleyde Yáconis. Dirce Migliaccio atuou ainda em filmes de Flávio Tambellini, Cris D´Amato e Rudi Lagemann.

- “Os Mendigos” (1962), de Flávio Migliaccio;
- “Assalto ao Trem Pagador” (1962), de Roberto Farias;
- “Pluft, O Fantasminha” (1965), de Romain Lesage;
- “Cuidado, Espião Brasileiro em Ação” (1966), de Victor Lima;
- “Nem os Bruxos Escapam” (1975), de Valdi Ercolani;
- “O Caçador de Fantasma” (1975), de Flávio Migliaccio;
- “Guerra Conjugal” (1975), de Joaquim Pedro de Andrade;
- “O Roubo das Calcinhas” (1975), de Sindoval Aguiar e Braz Chediak;
- “Padre Cícero” (1976), de Helder Martins de Moraes;
- “Baixo Gávea” (1986), de Haroldo Marinho Barbosa;
- “Simão, o Fantasma Trapalhão” (1998), de Paulo Aragão;
- “Célia & Rosita” (2000), curta de Gisella de Mello;
- “Bufo & Spallanzani” (2001), de Flávio Tambellini;
- “Sem Controle” (2007), de Cris D´Amato;
- “Xuxa em Sonho de Menina” (2007), de Rudi Lagemann.





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