Dirce
Migliaccio é muito popular na televisão, sobretudo por
causa da Emília, em O Sítio do Picapau Amarelo, e das
Irmãs Cajazeira, em o Bem Amado. Mas a atriz tem carreira longa
também no cinema.
Dirce
Migliaccio começou a carreira nos palcos, em 1958, com a peça
“Eles Não Usam Black-Tie”. Irmã do ator e diretor Flávio
Migliaccio, estreou no cinema em 1962, em filme dirigido pelo irmão,
"Os Mendigos". O filme seguinte é um clássico,
“Assalto ao Trem Pagador” (1962), de Roberto Farias. Ainda nessa década,
atua no filme “Pluft, O Fantasminha”, dirigido por Romain Lesage –
esse personagem infantil criado por Maria Clara Machado é adaptado
para a televisão e Dirce Migliaccio começa uma carreira
de sucesso na Rede Globo, em que tem grandes momentos, como a Emília
e a Judicéa Cajazeira – antes, atuara em novelas na Tupi, como
“Nino, O Italianinho” (1969) e “A Fábrica” (1971).
Dirce
Migliaccio atua em vários filmes nos anos 1970, volta a ser
dirigida pelo irmão em “O Caçador de Fantasma” (1975),
atua em apenas um filme nos anos 1980 – “Baixo Gávea” (1986),
de Haroldo Marinho Barbosa, como mãe da personagem Lucélia
Santos; e outro nos anos 1990 – “Simão, O Fantasma Trapalhão”,
de Paulo Aragão, com Renato Aragão. A atriz entra os
anos 2000 em ótimo e premiado curta de Gisella de Mello, “Célia
& Rosita”, em que protagoniza ao lado da grande Cleyde Yáconis.
Dirce Migliaccio atuou ainda em filmes de Flávio Tambellini,
Cris D´Amato e Rudi Lagemann.
-
“Os Mendigos” (1962), de Flávio Migliaccio;
- “Assalto ao Trem Pagador” (1962), de Roberto Farias;
- “Pluft, O Fantasminha” (1965), de Romain Lesage;
- “Cuidado, Espião Brasileiro em Ação” (1966),
de Victor Lima;
- “Nem os Bruxos Escapam” (1975), de Valdi Ercolani;
- “O Caçador de Fantasma” (1975), de Flávio Migliaccio;
- “Guerra Conjugal” (1975), de Joaquim Pedro de Andrade;
- “O Roubo das Calcinhas” (1975), de Sindoval Aguiar e Braz Chediak;
- “Padre Cícero” (1976), de Helder Martins de Moraes;
- “Baixo Gávea” (1986), de Haroldo Marinho Barbosa;
- “Simão, o Fantasma Trapalhão” (1998), de Paulo Aragão;
- “Célia & Rosita” (2000), curta de Gisella de Mello;
- “Bufo & Spallanzani” (2001), de Flávio Tambellini;
- “Sem Controle” (2007), de Cris D´Amato;
- “Xuxa em Sonho de Menina” (2007), de Rudi Lagemann.
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