Mulheres do Cinema Brasileiro - Ano 3
Um mapeamento das mulheres que fizeram
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DÉBORA FALABELLA
22 de fevereiro de 1979, *Belo Horizonte - MG

Foto: cena de "Lisbela e O Prisioneiro" (2003),
de Guel Arraes

A mineira Débora Falabella integra uma família de artistas – o pai é o ator e dramaturgo Rogério Falabella; a irmã, a também atriz Cynthia Falabella, e ainda tem outros familiares na música e no teatro. A carreira da atriz está ascendente no cinema nacional.

Débora Falabella começou a carreira no teatro em Belo Horizonte, e mantém atuações nos palcos brasileiros em peças como “Noites Brancas” e “O Continente Negro”. A atriz estréia na televisão no seriado “Malhação”, em 1995, mas a consagração nacional veio mesmo com a novela “Chiquititas”, rodada em Buenos Aires e exibida pelo SBT, entre 1999 e 2001. Neste mesmo ano vai para a Globo, onde se destaca, principalmente, como a Mel em “O Clone”, de Glória Perez, e torna-se atriz de primeira linha da emissora. Débora Falabella estréia no cinema no belo curta “Françoise”, em 2001, dirigido pelo mineiro Rafael Conde, e que lhe vale o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Brasília. No ano seguinte estréia em longas como Paco, na adaptação cinematográfica da peça de Plínio Marcos, “Dois Perdidos numa Noite Suja”.

Além da televisão e do teatro, a carreira de Débora Falabella só faz crescer também no cinema. Dentre os destaques estão os trabalhos como protagonista em dois filmes de sucesso: o delicioso “Lisbela e o Prisioneiro (2003), dirigido por Guel Arraes; e a Carolina em sua fase jovem no filme “A Dona da História” – a adulta é interpretada por Marieta Severo, dirigido por Daniel Filho. Agora, em 2007, volta a protagonizar filme de Daniel Filho, “Primo Basílio”, adaptado do livro de Eça de Queiróz.

- “Françoise” (2001), curta de Rafael Conde;
- “Dois Perdidos numa Noite Suja” (2002), de José Joffily;
- “Lisbela e o Prisioneiro” (2003), de Guel Arraes;
- “Cazuza – O Tempo Não Pára” (2004), de Sandra Werneck e Walter Carvalho;
- “A Dona da História” (2004), de Daniel Filho;
- “5 Mentiras” (2006), curta de Thomas Edward Hale;
- “Primo Basílio” (2007), de Daniel Filho.

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