A
mineira Débora Falabella integra uma família de artistas
– o pai é o ator e dramaturgo Rogério Falabella; a irmã,
a também atriz Cynthia Falabella, e ainda tem outros familiares
na música e no teatro. A carreira da atriz está ascendente
no cinema nacional.
Débora
Falabella começou a carreira no teatro em Belo Horizonte, e
mantém atuações nos palcos brasileiros em peças
como “Noites Brancas” e “O Continente Negro”. A atriz estréia
na televisão no seriado “Malhação”, em 1995,
mas a consagração nacional veio mesmo com a novela “Chiquititas”,
rodada em Buenos Aires e exibida pelo SBT, entre 1999 e 2001. Neste
mesmo ano vai para a Globo, onde se destaca, principalmente, como
a Mel em “O Clone”, de Glória Perez, e torna-se atriz de primeira
linha da emissora. Débora Falabella estréia no cinema
no belo curta “Françoise”, em 2001, dirigido pelo mineiro Rafael
Conde, e que lhe vale o prêmio de Melhor Atriz no Festival de
Brasília. No ano seguinte estréia em longas como Paco,
na adaptação cinematográfica da peça de
Plínio Marcos, “Dois Perdidos numa Noite Suja”.
Além
da televisão e do teatro, a carreira de Débora Falabella
só faz crescer também no cinema. Dentre os destaques
estão os trabalhos como protagonista em dois filmes de sucesso:
o delicioso “Lisbela e o Prisioneiro (2003), dirigido por Guel Arraes;
e a Carolina em sua fase jovem no filme “A Dona da História”
– a adulta é interpretada por Marieta Severo, dirigido por
Daniel Filho. Agora, em 2007, volta a protagonizar filme de Daniel
Filho, “Primo Basílio”, adaptado do livro de Eça de
Queiróz.
-
“Françoise” (2001), curta de Rafael Conde;
- “Dois Perdidos numa Noite Suja” (2002), de José Joffily;
- “Lisbela e o Prisioneiro” (2003), de Guel Arraes;
- “Cazuza – O Tempo Não Pára” (2004), de Sandra Werneck
e Walter Carvalho;
- “A Dona da História” (2004), de Daniel Filho;
- “5 Mentiras” (2006), curta de Thomas Edward Hale;
- “Primo Basílio” (2007), de Daniel Filho.
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