Mulheres do Cinema Brasileiro - Ano 3
Um mapeamento das mulheres que fizeram
e fazem a história do Cinema Nacional

ATRIZES
Sala Isabel Ribeiro

DIRETORAS
Sala Ana Carolina

POR TRÁS DAS CÂMERAS
Sala Betty Faria
ENTREVISTAS
Sala Dina Sfat
ELAS POR ELES
Sala Lilian Lemmertz
REGISTROS
Sala Adriana Prieto

Sala Zezé Macedo
Datas

Arquivo Geral
Referências
O Site
Comentários
Contato



073 – DÉA SELVA
1917 –1993, *Quipapá, PE

Foto: cena de "Ganga Bruta" (1933), de Humberto Mauro

Várias atrizes marcaram o cinema dos anos 30, e Déa Selva foi uma delas. A atriz imortalizou-se nas telas do cinema já em sua estréia, ao protagonizar o clássico “Ganga Bruta”, de Humberto Mauro.

Déa Selva mudou-se de Pernambuco para o Rio de Janeiro, cidade onde se tornaria um nome de sucesso no teatro, formando companhia com Darcy Cazarré, com quem se casa. Antes disso, no entanto, estréia no cinema com pé direito ao ser selecionada em um teste para o filme “Ganga Bruta”, do mestre Humberto Mauro, em 1933. É curioso assinalar, que na época o filme não conquistou o público e recebeu críticas negativas, alçando décadas depois a condição de um dos nossos maiores clássicos. A seguir, participou de “Bonequinha de Seda”, de Oduvaldo Viana, e de dois filmes de Mesquitinha - marcando a estréia dele no cinema.

A carreira de Déa Selva se estendeu até a metade dos anos 50 em mais seis longas-metragens, dirigida por cineastas importantes como Raul Roulien, João de Barro e Eurípedes Ramos, sendo que seu último filme foi “Depois eu conto”, de José Carlos Burle e Watson Macedo. A atriz voltaria a se encontrar com Humberto Mauro no curta Um Apólogo - Machado de Assis, uma realização do INCE – Instituto Nacional de Cinema Educativo. Déa Selva é mãe dos atores Olney e Older Cazarré.

 - `Ganga Bruta` (1933), de Humberto Mauro;
- `Bonequinha de Seda` (1936), de Oduvaldo Vianna;
- `O Bobo do Rei` (1936), de Mesquitinha;
- `João Ninguém` (1937), de Mesquitinha;
- `Aves sem Ninho` (1939), de Raul Roulien;
- `Anastácio` (1939), de João de Barro;
- `Céu Azul` (1940), de Ruy Costa;
- `Mãe` (1948), de Teófilo de Barros Filho;
- `A Escrava Isaura` (1949), de Eurípedes Ramos;
- `Depois eu Conto´ (1956), de José Carlos Burle e Watson Macedo
 

 

sala   indice arquivo   Home